Tag: TV Globo

  • Fora da Globo, a atriz Júlia Feldens se dedicou a projetos pessoais e abriu uma mini padaria

    Fora da Globo, a atriz Júlia Feldens se dedicou a projetos pessoais e abriu uma mini padaria

    Júlia Feldens, que atualmente pode ser vista no Canal Viva como Juliana Xavier, na reprise da novela Força de um Desejo (1999), era uma das mais promissoras atrizes do casting da Globo na década de 90. Além da novela que está sendo reprisada, Júlia atuou em Laços de Família (2000), na minissérie Um Só Coração (2004), no filme Cristina Quer Casar (2003) e noutras produções dentro e fora da TV Globo.

    O sumiço repentino e inexplicado de Júlia das produções alarmou muitos fãs à época, mas tem alguns motivos especiais. Acontece que a atriz, que nasceu em Lajeado, Rio Grande do Sul, mas que se mudou para São Paulo, preferiu se dedicar à maternidade. Em 2005, aos 27 anos, Júlia deu à luz ao primeiro filho, e em 2009, já com 31 anos, teve o segundo herdeiro.

    Antes de entrar para a TV, Júlia Feldens largou um curso de psicologia e se dedicou à vida de atriz. Em uma entrevista concedida ao jornal O Dia, em 2016, a atriz citou esse fato e disse que junto ao desejo de ser mãe, um dos motivos que a fez largar as telinhas e telonas foi a vontade de voltar a estudar. “Naquele momento meu objetivo maior era casar e ter filhos, ter uma casa e voltar a estudar, pois não tinha feito faculdade ainda. E foi o que fiz. Não me arrependo em nada. Adoro quem [sou] e onde estou hoje. O caminho que trilhei foi fiel aos meus desejos”, disse.

    A atriz iniciou um projeto acadêmico e abriu uma revenda de pães na garagem de casa

    Em uma outra entrevista, concedida ao portal GaúchaZH, Júlia Feldens falou também sobre o curso de Artes que fez na PUC-SP e sobre o projeto “Casa Líquida”, que ela passou a comandar no ano de 2015.

    Durante a sua entrevista Júlia explicou que o seu projeto trata da coletividade e o objeto de estudo é a própria casa onde vive junto com os dois filhos de 15 e 11 anos e colegas de trabalho. “Não cobro nada de ninguém. É sobre compartilhar o que temos e a minha dissertação é sobre o valor que isso gera mesmo não existindo trocas monetárias”, declarou a atriz.

    Ainda falando sobre os novos experimentos, Júlia Feldens citou que decidiu iniciar uma revenda de pães na garagem da sua casa para financiar artistas que vêm morar com ela. “Decidimos nos unir e montar uma padaria na garagem da minha casa. O objetivo é juntar dinheiro pra financiar artistas que vêm fazer residência na minha casa”, explicou.

  • Glória Maria: força, resiliência e superação

    Glória Maria: força, resiliência e superação

    A veterana jornalista Glória Maria é uma das mais queridas figuras da TV brasileira. Contudo, o que pouca gente sabe é que a profissional já passou por muitos problemas e tem uma trajetória regada a muita perseverança, força e fé.

    Nascida em 15 de agosto de 1949 (73 anos), Glória Maria Matta da Silva é jornalista, repórter e apresentadora. Seu primeiro contrato com a TV Globo, onde está até hoje, foi assinado ainda em 1970, quando chegou à emissora como estagiária no setor de jornalismo.

    Atualmente, depois de passar por programas como Fantástico e Jornal Hoje, Glória apresenta o Globo Repórter ao lado de Sandra Annenberg. A jornalista é conhecida por grandes reportagens internacionais e um jeito único de repassar as informações ao público.

    Início difícil

    Como foi citado antes, Glória Maria começou a sua trajetória como estagiária na Globo. Porém, esse estágio não era remunerado, segundo a jornalista. Em uma entrevista ao podcast Mano a Mano, do rapper Mano Brown, Glória contou um pouco da história.

    “Tenho uma amiga chamada Tânia. Nós éramos as mais pobres da escola. Somos amigas até hoje. Ela era secretária da tesouraria, e um dia ofereceram uma vaga pra ela no jornalismo. Mas não tinha salário, era um estágio sem receber. Não tinha outra pessoa que não quisesse ganhar dinheiro”, disse.

    Hoje, depois de mais de 50 anos na emissora, Glória Maria é valorizada e reverenciada como uma das figuras mais importantes do grupo Globo.

    Tumor no cérebro

    Em 2019, depois de ter passado de repórter especial a apresentadora do Globo Repórter, Glória Maria descobriu um câncer no cérebro. Imediatamente uma cirurgia para retirada do tumor foi realizada. Entretanto, depois de feita a biópsia, foi constatado o grau de malignidade do câncer, que tinha grande potencial letal.

    Segundo a equipe de especialistas que atendeu Glória, ela tinha cerca de 30% de sobreviver e 20% de ficar sem sequelas do câncer. Mesmo assim, a icônica veterana não se abateu e começou o tratamento, que até o momento tem se mostrado eficaz.

    Ao falar sobre a doença em entrevista concedida à Revista GE, Glória Maria se mostrou forte e disposta a lutar pela sua vida. “É minha vida, é a minha história. É intransferível. Ninguém pode viver por mim. E eu enfrento da maneira que ela se apresenta”, disse.

  • Renato Machado e Francisco José são demitidos da Globo

    Renato Machado e Francisco José são demitidos da Globo

    Foram demitidos da Globo nesta segunda-feira (29) os jornalistas Renato Machado e Francisco José, dois dos mais experientes nomes do jornalismo brasileiro.

    Os dois estavam atuando majoritariamente no Globo Repórter nos últimos tempos e ambos tinham mais de 40 anos de trabalhos prestados à emissora.

    Segundo informações, as demissões são consequência da política de renovação de quadros adotada pela Globo na sua ala jornalística. Esse novo comportamento adotado pelos executivos da emissora carioca tem provocado muitas demissões que até chocam o público e a própria equipe interna da Globo.

    A reação dos colegas de trabalho

    A notícia da demissão dos dois grandes jornalistas pegou muita gente de surpresa e também chocou gente de dentro e de fora da Globo.

    Na Globo Nordeste em especial, onde Francisco José é considerado uma lenda viva do jornalismo, todos ficaram abismados com a sua demissão, apesar de ela ser esperada.

    Renato Machado e Francisco José não foram os únicos nem os primeiros

    Com essa nova diretriz, a Globo tem mandado embora muitos nomes grandes do jornalismo da casa que cativaram o público por décadas.

    Antes de Machado e José nomes como Ari Peixoto, Alberto Gaspar, José Hamilton Ribeiro, Eduardo Faustini e Linhares Júnior já haviam sido mandados embora pela emissora.

    Recentemente, na última sexta (26), Isabela Assumpção, que atuava com Renato Machado e Francisco José no Globo Repórter e tinha longos 41 anos de Globo, também havia sido demitida.

    A justificativa

    Segundo informações apuradas internamente pela equipe do portal Notícias da TV, além da renovação no quadro de pessoal, os cortes têm como objetivo enxugar a folha de pagamento, uma vez que jornalistas veteranos recebem altos salários.

    Ali Kamel, diretor de jornalismo da Globo, enviou e-mails para se despedir dos dois colegas. Além disso, o executivo rasgou elogios a Renato e a Francisco e disse que ambos ainda têm trabalhos inéditos a serem exibidos.

    A trajetória de Renato Machado

    Na Globo desde 1982, Renato Machado, de 78 anos, havia trabalhado no Jornal do Brasil, um programa já extinto, por 14 anos.

    Ao ser contratado pela emissora carioca, Renato teve como principal trabalho de iniciação, por assim dizer, a cobertura da Guerra das Malvinas, conflito entre Reino Unido e Argentina ocorrido entre abril e junho de 1982.

    No ano seguinte o jornalista foi enviado como correspondente para o Reino Unido, onde passou a reportar fatos importantes a partir da base da Globo em Londres.

    Renato passou 12 anos na Inglaterra e nesse período fez a cobertura de fatos históricos importantes como o acidente nuclear de Chernobyl e os atentados terroristas ocorridos em Paris, ambos acontecimentos ocorridos em 1986.

    Em 1995 Renato Machado voltou ao Brasil para comandar o Bom Dia Brasil, um programa jornalístico matinal da Globo.

    Nas suas mãos o programa cresceu na audiência e ganhou uma nova cara. Renato permaneceu no Bom Dia Brasil até 2010, quando saiu para voltar a Londres.

    Em 2016 o jornalista veterano voltou ao Brasil e começou a produzir reportagens para o Globo Repórter até ser demitido neste dia 29 de novembro de 2021.

    A carreira do grande Francisco José

    Francisco José, uma lenda viva do jornalismo nordestino, tem 77 anos de idade e deles, 46 dedicados à Globo.

    Em 1975, quando chegou à emissora carioca, José era um dos poucos integrantes dos quadros da empresa de uma forma geral a permanecer com o sotaque nordestino.

    Com o passar do tempo, o jornalista ganhou cada vez mais credibilidade, respeito e admiração de colegas de profissão e espectadores.

    Dentre os maiores trabalhos de Francisco José estão as coberturas de eventos como a Guerra das Malvinas (1982), quatro Copas do Mundo (1978, 1982, 1986 e 1994) e um assalto a banco que aconteceu em 1987 no Recife.

    Na ocasião, um dos criminosos que participava do assalto fez uma mulher grávida de refém. Francisco José, em um ato de heroísmo que ilustra bem o seu caráter, se ofereceu para ficar no lugar da refém.

    Mergulhador nato, Francisco sempre trabalhou no Globo Repórter, fazendo reportagens sobre a natureza e as belezas do Brasil. O seu rosto e voz inconfundíveis são “a cara” desse tipo de reportagem.

    A despedida

    Cartas de despedida, enviadas por e-mail, foram endereçadas aos dois jornalistas e assinadas por colegas e profissionais que trabalharam com eles. Veja!

    Íntegra da carta enviada a Renato Machado:

    “A primeira vez que conheci Renato Machado pessoalmente foi em Brasília, na cobertura do impeachment de Collor, eu pelo Globo e ele pela TV. Estávamos na casa de Eliane Cantanhêde com outros tantos jornalistas – e Renato encantando a todos com suas histórias bem humoradas.

    Quando cheguei à Globo em 2001, ele já era apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, programa cujo novo formato ele ajudou a criar, em 1996, com mais conversa, mais análise. Sucesso imediato, passou a pautar as redações sobre o que vinha pela frente. Tivemos, nesse período, um contato estreito –especialmente durante as coberturas eleitorais, quando preparávamos as entrevistas que seriam feitas com os candidatos. Atento, atencioso, certeiro.

    Renato tem uma experiência invejável no jornalismo: BBC de Londres por dois anos, Jornal do Brasil por 14, e, na Globo, desde 1982 (com apenas um ano de afastamento, quando trabalhou para a TV Manchete). Aqui, foi repórter especial, correspondente em Londres por dois longos períodos e editor-chefe e apresentador do Bom Dia Brasil por 15 anos. Cobriu de tudo: guerras, atentados terroristas, revoluções, tragédias, escândalos políticos, acontecimentos culturais, entrevistas com grandes personalidades internacionais.

    Poucos alcançaram tamanho êxito. Entre as coberturas marcantes da qual participou, eu destaco aquela do acidente nuclear de Chernobyl, em 1986. O stand up que fez, à beira de uma lagoa em Upsala, mostrou a qualidade do seu texto e a capacidade de explicar fenômenos complexos. Eu cito de memória, e peço desculpas pela inexatidão. Mas era algo assim: “A radioatividade fica presa nas águas paradas do lago, contaminando tudo, inclusive esse chão onde piso. E é exatamente por isso que devo sair daqui logo”. Virou-se de costas e partiu. Algumas palavras, um gesto, e o público entendeu a dimensão da tragédia.

    Renato está há cinco anos no Globo Repórter. E não me surpreende que, logo o primeiro programa dele tenha sido indicado ao Emmy, na categoria “Atualidade”. Emprestou certamente ao programa sua experiência com o jornalismo internacional, que começou já na sua estreia na BBC em 1967. Mas também o traqueio no manejo de temas nacionais, culturais e de comportamento. A câmera gosta dele e o público mais ainda.

    A maneira cordata que deixa transparecer no vídeo é a mesma com que trata colegas e amigos. Um profissional ímpar, um colega gentil e um amigo querido.

    Também ele, como Zé Hamilton Ribeiro e Chico José, de quem já falei, combinou comigo a sua saída. Foi tão logo voltou de Londres. Um planejamento de longo prazo e por etapas. Segundo nosso acerto, sairia em 2020, mas adiamos para o fim desse ano por conta da pandemia.

    Renato deixa um legado de bom jornalismo. É um exemplo do profissional de excelência. Em meu nome, em nome da Globo e de seus colegas, muito obrigado.”

    Íntegra da carta enviada a Francisco José:

    “Chico José, cearense de Crato, começou a trabalhar como jornalista em 1966 no Jornal do Commercio do Recife, antes mesmo de a profissão ser regulamentada, como ele gosta de frisar. Pelo jornal, Chico cobriu duas Copas do Mundo e chamou atenção de Armando Nogueira, que o convidou para ser repórter e apresentador do Globo Esporte. O programa começaria a ser exibido na capital pernambucana. Depois de estrear em frente às câmeras, em 1975, achou que a TV não era para ele.

    Chico estava enganado.

    Há 46 anos, vem fazendo uma carreira brilhante na Globo. Ao longo de sua trajetória, pelo Esporte, Chico participou de quatro Copas do Mundo e duas Olimpíadas. No Jornalismo, coleciona histórias inesquecíveis: foi o primeiro repórter do Nordeste a aparecer no JN, mergulhou ao vivo na Baía de Guanabara durante a Rio-92 (um feito inédito e antológico), cobriu a Guerra das Malvinas (quando chegou a ser expulso pelos militares), acompanhou dezenas de apresentações do Galo da Madrugada, mostrou ao Brasil a importância das festas de São João, acompanhou o Papa João Paulo II na Coreia, revelou ao país as primeiras imagens do naufrágio do Bateau Mouche, e alcançou a impressionante marca de 103 edições do Globo Repórter… Sim, não é erro de digitação: são 103 programas com reportagens dele, um feito. Esses são apenas alguns dos muitos momentos em que Chico deixou sua marca.

    Aliás, foi no Globo Repórter que ele mostrou seu lado aventureiro. Pulou de bungee jump, mergulhou com tubarões, seguiu onças na Amazônia, mostrou a vida selvagem na África do Sul e os tesouros do Caribe, encarou elefantes marinhos na Patagônia e muito mais. Foi ao Polo Norte e ao Polo Sul. Em 2013, Chico foi finalista do Emmy com um Globo Repórter sobre a rotina e os rituais dos índios Enawenê-Nawê, na Amazônia.

    Mas nada representa mais Chico José do que sua identificação com o Nordeste. É um apaixonado. Durante 10 anos, fez coberturas da seca e da miséria que assolavam o sertão nordestino. Em 2008, percorreu seis capitais para mostrar, ao vivo, o São João no Jornal Nacional. Por 15 anos, ao lado de Beatriz Castro, apresentou e fez reportagens no programa local de meio ambiente Nordeste Viver e Preservar.

    Recebeu vários prêmios, inúmeras homenagens e títulos – entre eles o de Cidadão Pernambucano. Convidado para ser correspondente internacional, nunca quis. Costuma dizer que não troca o Nordeste por nenhum outro lugar do mundo. Mas tem no currículo reportagens feitas em todos os continentes. Tem um jeito único de fazer reportagem: envolvente, cativante, leva o espectador para onde ele está. Com palavras precisas, com cenas que marcam.

    Eu o conheci pessoalmente ao chegar à Globo, numa visita que fiz ao Recife. Depois dos afazeres na redação, aceitei o convite dele para almoçar. Andando pelas ruas, pude comprovar o quanto é querido, tratado como família pelos pernambucanos, carinho puro, que ele retribui. Uma conversa com ele nunca é curta e é sempre prazerosa. Num de nossos encontros mais recentes, tínhamos uma agenda breve, mas quando nos despedimos já havia se passado uma hora. Conversamos sobre a profissão, o fazer jornalístico, a vida. Chico é um baú de boas histórias e um observador agudo. Jo Mazarollo me disse dele: “Adora contar histórias. As histórias das reportagens e as histórias que surgem enquanto está fazendo as reportagens”. É verdade.

    Há três anos, começamos a conversar mais detidamente sobre este movimento que se conclui hoje. Primeiramente, deixou o dia a dia para se dedicar aos projetos que tinha no Globo Repórter. Para a nossa alegria e satisfação do público, fez o que planejou. Em outubro, partiu para o Atol das Rocas, período mais propício para realizar a reportagem há muito sonhada. O resultado, como sempre, superou todas as melhores expectativas. Ao dar o ponto final no texto, ao pronunciar as últimas palavras do programa, encerrou com chave de ouro esses 46 anos de Globo. O resultado vai ao ar em 25 de março do ano que vem. Como planejado.

    Eu agradeço ao Chico José, cearense do Crato, cidadão de Pernambuco, jornalista do Brasil, por todo o legado que nos deixa e por tudo o que fez pelo nosso jornalismo. Em meu nome, no nome da Globo e no de seus colegas”.

  • Cristiana Oliveira aprova Alanis Guillen como Juma em remake de Pantanal

    Cristiana Oliveira aprova Alanis Guillen como Juma em remake de Pantanal

    A atriz Alanis Guillen foi escalada para viver a personagem protagonista Juma, no remake da novela Pantanal que está sendo produzida pela TV Globo.

    Cristiana Oliveira, atriz veterana que deu vida a Juma na versão original da trama, “abençoou” a escolha da nova atriz, segundo a própria Alanis.

    “Quando começou esse burburinho, ela me mandou uma mensagem, por meio de uma rede social, dizendo que estava torcendo muito por mim. Mas eu ainda não podia falar nada, então eu só agradeci muito. Depois disso, nós tivemos um encontro virtual em uma ação interna de ‘Pantanal’ e foi muito bom ouvi-la falar, sentir se expressando, contando sua experiência”, disse a jovem atriz em uma entrevista concedida ao GShow.

    “Agora estou aqui pensando em propor a ela uma ligação para a gente trocar umas ideias”, finalizou Alanis Guillen.

    Além de Juma, a personagem que foi interpretada originalmente por Cris Oliveira em Pantanal, todos os outros personagens ganharam uma repaginada no remake do sucesso dos anos 90.

    Confira na lista abaixo quem dará vida aos antigos personagens na nova versão da novela:

    Maria Marruá: a mãe de Juma, que foi vivida na trama original por Cássia Kiss, será interpretada por Juliana Paes na nova versão da novela;

    José Leôncio: o pai de Juma, que foi interpretado em sua primeira fase pelo ator Paulo Gorgulho, terá a sua fase jovem revivida por Renato Góes. Quem ficará responsável por dar vida ao patriarca em sua fase experiente no remake será Marcos Palmeira. Na versão clássica Cláudio Marzo fez o papel;

    Filó: na primeira fase da novela dos anos 90, Tânia Alves deu vida à personagem. O papel será responsabilidade da modelo Letícia Salles, que estreia em novelas no remake de Pantanal. Já a segunda fase da personagem, que havia sido vivida por Jussara Sales, será vivida por Dira Paes na nova versão;

    O Velho do Rio: na primeira versão de Pantanal, o ator Cláudio Marzo também deu vida a esse personagem. Agora, quem se encarregará da missão será Osmar Prado;

    Tadeu: Marcos Palmeira, que agora viverá José Leôncio, foi quem interpretou o personagem na versão antiga de Pantanal. Na nova versão, José Loreto irá se vestir de Tadeu;

    Guta: Luciene Adami foi a responsável por dar vida à personagem em Pantanal nos anos 90. Em 2022, Juliana Davila será Guta;

    Madeleine: a musa Ingra Lyberato viveu a personagem em “nas antigas”. Para a nova versão de Pantanal, Bruna Linzmeyer foi escalada;

    Irma: a irmã de Madeleine foi vivida por Carolina Ferraz e agora será interpretada por Malu Rodrigues;

    Dr. Gustavo: o ator José de Abreu viveu o personagem na antiga Pantanal, e agora dará espaço para Caco Ciocler;

    Pantanal tem estreia prevista para abril de 2022 e promete ser um grande sucesso, reeditando o que foi visto nos anos 90.

  • Jornalista do Globo Rural e repórter secreto do Fantástico são demitidos

    Jornalista do Globo Rural e repórter secreto do Fantástico são demitidos

    Segundo informações divulgadas pelo UOL nesta quinta-feira (25), os jornalistas José Hamilton Ribeiro, que atuava no Globo Rural, e Eduardo Faustini, que era o rosto por trás do “Repórter Secreto”, do Fantástico, foram demitidos pela Globo.

    Ainda segundo informações, as demissões pegaram os integrantes do núcleo jornalístico da emissora de surpresa e causaram muita comoção, pois os dois experientes jornalistas já estavam atuando na casa há muito tempo.

    José Hamilton Ribeiro tinha 40 anos de Globo, enquanto Eduardo Faustini tinha completado 25 anos na emissora carioca, tendo ingressado nos quadros em 1996.

    A história dos profissionais

    Veja um pouco da trajetória profissional de José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini.

    José Hamilton Ribeiro: a cara do Globo Rural

    José Hamilton Ribeiro, jornalista de voz marcante e muito ligado a matérias sobre o meio rural, é natural de Santa Rosa do Viterbo, no interior de São Paulo.

    O profissional iniciou na Globo como freelancer, apresentando uma matéria sobre o pantanal. O tema, como dissemos, virou marca registrada de José Hamilton.

    A reportagem foi exibida pela Globo durante as comemorações do seu primeiro aniversário, em 1981, já que materiais do tipo eram raros na TV brasileira até então.

    No ano seguinte, em 1982, José Hamilton Ribeiro passou a integrar o time de jornalismo da emissora, no qual permaneceu até ser demitido.

    Em 2006, já com bastante experiência na profissão, José Hamilton recebeu o prêmio Maria Moors Cabot, um dos mais importantes prêmios do jornalismo nos Estados Unidos, que é entregue pela Universidade de Columbia.

    José Hamilton Ribeiro tem, ao todo, mais de 60 anos de carreira jornalística.

    O “Repórter Secreto”, Eduardo Faustini

    Conhecido como “Repórter Secreto”, Eduardo Faustini fez um trabalho mais que relevante no jornalismo investigativo da TV Globo.

    O começo da carreira de Faustini se deu na TV Manchete, já extinta, em meados de 1989. Em 1996 Eduardo foi contratado pela Globo e começou a produzir reportagens que iam ao ar todos os domingos, no Fantástico.

    Para preservar a sua identidade e preservar a sua própria integridade física e da sua família, Eduardo Faustini jamais mostrou o rosto na TV.

    Essa decisão teve como motivo as várias ameaças que o jornalista sofreu ao longo da carreira, por causa das investigações que fazia.

    Durante a carreira, Eduardo Faustini trabalhou em diversas reportagens importantes. Como exemplo, uma denúncia que foi ao ar em 2004 sobre a queima deliberada de arquivos sigilosos da época do Regime Militar, ocorrida na Base Aérea de Salvador.

    Essa reportagem gerou ao jornalista o Prêmio Qualidade Brasil e o XXII Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo.

    Outro bom exemplo de reportagem importante de Faustini, é uma matéria que foi ao ar em 2005 e mostrava cenas gravadas por Ivo Cassol, então governador do Estado de Rondônia.

    Nas cenas, o governador recebia tentativas de suborno de alguns deputados e as gravações foram uma tentativa de criar provas contra os supostos corruptos.

    Mais recentemente, em 2014, Eduardo Faustini protagonizou a série “Cadê o dinheiro que estava aqui?”, no Fantástico, em que investigava denúncias de desvio de dinheiro público pelo Brasil.

    José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini não foram os únicos

    Não se sabe ao certo os motivos, mas a Globo vem demitindo os seus jornalistas experientes há algum tempo.

    Em outubro, a emissora já havia anunciado o desligamento de outros dois jornalistas veteranos. Ari Peixoto, que atuava no Rio de Janeiro, e Alberto Gaspar, que trabalhava em São Paulo.

    Alberto Gaspar já estava há mais de 39 anos na emissora da família Marinho, e tem atualmente 64 anos de idade. Enquanto isso, Ari Peixoto, de 65 anos, já havia completado 34 anos de Globo.

    O jornalista Ari Peixoto se pronunciou sobre a sua demissão e descreveu brevemente como se deu a sua saída da Rede Globo. “Fui ‘desligado’ hoje da TV Globo. Cheguei para trabalhar e fui chamado à sala do diretor, que em minutos me informou da minha demissão”, disse o veterano em entrevista concedida à equipe do portal Notícias da TV.

    “Saio agradecido porque muito do que construí, tanto no campo pessoal quanto no profissional, devo à Globo. São os novos tempos”, começou Ari em carta de despedida enviada aos colegas.

    “Minha relação com a Globo acaba hoje. Um abraço aos que ficam, meu celular é mesmo, até um dia”, concluiu o jornalista.

    Antes mesmo das demissões de Alberto Gaspar e Ari Peixoto, a Globo já havia demitido outros três integrantes veteranos da equipe de jornalismo.

    Foram eles Roberto Paiva, que atuava como repórter especial, Fernando Saraiva, que tinha 22 anos de casa e já atuou como correspondente em Londres, e Robinson Cerântula, produtor especial responsável por um dos maiores furos jornalísticos na área policial da história da emissora carioca.

    Nenhum dos profissionais citados comentaram sobre como será o prosseguimento de suas carreiras, dentro ou fora da televisão, até o presente momento.

  • Após 16 anos, Grazi Massafera deixa a Globo

    Após 16 anos, Grazi Massafera deixa a Globo

    Grazi Massafera, atriz que tinha vínculo de exclusividade com a TV Globo já há 16 anos, decidiu não renovar o contrato com a emissora carioca.

    A notícia foi veiculada pela própria Grazi em um comunicado aberto publicado nas suas redes sociais nesta quinta-feira (4).

    Agora livre para assinar com qualquer produtora, a vice-campeã do BBB5 é especulada na Netflix e na HBO Max, que pretendem investir em novelas e seriados com atores brasileiros.

    Veja o que disse a musa em seu comunicado:

    “A primeira vez que eu apareci na Globo foi no dia 10 de janeiro de 2005. Aquela garota de 23 anos –que foi praticamente enviada pela mãe para o BBB pra tentar mudar de vida– não imaginava que ser estrela de reality show muda mais a gente que ganhar concurso de Miss. Aquela garota, na verdade, não podia sonhar o que viria a seguir: a Globo me acolheria naquela casa não somente por três meses, mas desde então é meu lar, há 16 anos”.

    “Hoje, morro de orgulho de minha trajetória porque aquela repórter do Caldeirão do Huck cresceu e se tornou atriz aos olhos de vocês. E hoje eu posso bater peito e dizer que, com tanta dedicação, sim, eu sou atriz. Sou ainda a garota de Jacarezinho, mas agora também sou a mãe que se jogou em tudo que é personagem. Fui a estreante Thelminha, fui Florinda e até Lívia Noronha. Ah, teve também a Deodora, a Michele, a Lucena, a Ester e, claro, ela, a Larissa. Emendei com a Luciane e fiz mais uma Lívia e, por último a Paloma. Isso sem contar a experiência de apresentar o Superbonita”.

    “Tudo isso e muito mais eu sou porque esta casa acreditou em mim e nela eu tive alento, afeto e o incentivo para que eu me superasse. Se foi fácil? Não, não foi fácil. Tive também que enfrentar preconceitos e, em alguns momentos, pensei em desistir. Tal qual a vida fui superando obstáculos e me descobri forte e destemida. Foi com esta garra que fiz personagens e amigos, muitos amigos. Hoje finalmente encerro um ciclo de exclusividade na Globo. Saio cheia de gratidão e sabendo que a Globo pode não ser mais meu endereço, mas pode ser razão de visita”.

    “Muito obrigado a todos da Globo por este ciclo. Nos veremos muito em breve e nos reveremos em todas as memórias que deixo nesta emissora que é parte de mim, de minha história e de meu coração”, concluiu Grazi Massafera.

    Tendo participado de várias atrações dentro do grupo Globo, Grazi iniciou a sua trajetória em “Páginas da Vida”, que foi ao ar em 2006, onde interpretou a personagem Thelminha.

    Seu último trabalho pela emissora foi em “Bom Sucesso”, novela que foi ao ar em 2019.

    Além de Grazi Massafera, muitos outros artistas e profissionais de diversas áreas têm deixado a TV Globo, como é o caso da atriz e apresentadora Cissa Guimarães e da jornalista Veruska Donato.

  • “Faustão na Band” tem estreia marcada para a mesma data do “BBB22”

    “Faustão na Band” tem estreia marcada para a mesma data do “BBB22”

    Depois de ter contrato rescindido de forma abrupta na TV Globo, o apresentador Fausto Silva assinou contrato com a Band.

    Lá, Faustão irá comandar o “Faustão na Band”, que teve a data de estreia marcada para o dia 17 de janeiro de 2022, uma segunda-feira.

    O fato curioso sobre esse dia é a coincidência de que na mesma data o Big Brother Brasil 22 também fará a sua estreia na ex-emissora de Faustão.

    O reality show global agora tem novo apresentador, trata-se de Tadeu Schmidt, ex-Fantástico, que ficará na vaga deixada por Tiago Leifert.

    Leifert, por sua vez, declarou que não renovará o seu contrato com a Globo e deixará a emissora no final desse ano.

    O “Faustão na Band” será diferente do “Domingão do Faustão”, programa que Fausto Silva apresentava na Globo.

    Segundo informações preliminares, o novo programa irá ao ar no horário nobre da TV Bandeirantes, entre 20h30 e 22h45, de segunda à sexta.

    O conteúdo da atração terá novos quadros como o “Pizza com Faustão” e o “Churrascão do Faustão”, em que o consagrado apresentador receberá convidados dos mais variados segmentos do mundo artístico.

  • Debandada: Cissa Guimarães é mais uma deixar a Globo

    Debandada: Cissa Guimarães é mais uma deixar a Globo

    Cissa Guimarães, um dos mais conhecidos e carismáticos rostos da TV Globo, anunciou que não renovou contrato com a emissora.

    A saída da artista versátil se deu após 40 anos de ligação com a rede de comunicação carioca.

    “Fui muito feliz nesse casamento de mais de 40 anos. E é isso que vou levar: as boas parcerias, os imensos aprendizados, os momentos felizes, emocionantes e compartilhados, que ficaram para a história – minha, do público e da TV Globo. A minha gratidão mora aí, nesse sentimento lindo e nessa vida que construímos juntos”, disse Cissa, em comunicado que foi veiculado na programação da emissora.

    A saída da atriz e apresentadora não é solitária, visto a grande quantidade de profissionais consagrados que têm deixado a Globo nos últimos tempos.

    Quem mais saiu?

    Veja abaixo uma lista com nomes, que assim como Cissa Guimarães, deixaram a emissora.

    Saiba também o tempo que cada um permaneceu atuando na empresa, bem como para onde foram.

    • Angélica: depois de 24 anos na Globo, a apresentadora decidiu assinar contrato com a HBO Max;
    • Lázaro Ramos: após 18 anos de contrato, o ator foi para a Amazon;
    • Ingrid Guimarães: com mais de 28 anos na TV Globo, a atriz decidiu assinar com a Amazon, depois que o seu contrato terminou com a emissora carioca;
    • Tiago Leifert: 15 anos após a sua chegada na Globo, o apresentador que chefiava o The Voice e o Big Brother Brasil, surpreendeu a todos com o anúncio de que não renovará contrato com a Globo no fim deste ano;
    • Fausto Silva: o apresentador, que chefiava o “Domingão do Faustão” há mais de 30 anos na Globo, teve um desligamento abrupto com a emissora e não pôde nem se despedir do público. A atração agora é comandada por Luciano Huck, enquanto Fausto Silva assinou contrato com a Band;
    • Débora Nascimento: a atriz decidiu deixar a emissora após 14 anos e assinar contrato com a Netflix;
    • Mariana Becker: a icônica repórter esportiva que ficou conhecida por cobrir eventos de Fórmula 1, deixou a globo recentemente e foi para a TV Bandeirantes;
    • Elizabeth Jhin: após três décadas escrevendo obras para a Globo, a autora decidiu não renovar o seu contrato com a emissora recentemente;
    • Nathalia Dill: depois de 15 anos fazendo novelas na emissora, a atriz decidiu deixar a TV Globo;

    Além desses profissionais que cortaram vínculo definitivamente com a emissora e foram embora, existem aqueles que agora trabalham como “freelancers”, recebendo por cada obra em que trabalham.

    É o caso de nomes como Reynaldo Gianecchini, Felipe Simas e outros.