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  • Mesmo vencendo processo, Luciana Gimenez toma prejuízo

    Mesmo vencendo processo, Luciana Gimenez toma prejuízo

    Luciana Gimenez venceu um processo movido contra o seu ex-maquiador, Sergio Di Vicentin, no qual pediu à justiça que proibisse o profissional de expor detalhes da sua vida íntima nas redes sociais. Contudo, mesmo vencendo o processo, a apresentadora contratada da RedeTV! ficou no prejuízo.

    Na sentença, proferida pela juíza Luciana Bassi de Melo, ficou determinado que Luciana Gimenez arque com os custos advocatícios gerados pela defesa de Di Vicentin.

    O motivo por trás do processo movido pela apresentadora do Superpop foram ameaças que Sergio Di Vicentin teria feito. O maquiador, que conviveu com Luciana por 20 anos, teria dito que iria vender segredos da vida pessoal da apresentadora a fofoqueiros midiáticos depois do rompimento da relação profissional e pessoal.

    Luciana pediu, além da proibição, uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil de Sergio. No prosseguimento da sentença, Luciana Bassi de Melo determinou que o maquiador de fato pare de falar sobre a vida da funcionária da RedeTV!.

    Porém, o pedido de gratuidade processual feito por Sergio Di Valentin foi aceito, enquanto Luciana Gimenez foi obrigada preliminarmente a arcar com parte dos custos do processo. Segundo informações colhidas pelo portal Notícias da TV, a defesa de Luciana recorreu da decisão mas não teve sucesso.

    Ainda segundo o portal, o advogado de Sergio Di Vicentin, Celso Fernando Goia, afirmou que R$ 1.085,00 foram depositados por Luciana Gimenez. Contudo, como o valor foi corrigido para R$ 1.387,34, a apresentadora ainda deve R$ 302,34 à defesa do ex-amigo. Segundo a defesa de Luciana, que também foi consultada, o valor restante também será pago.

  • Felipe Castanhari terá que pagar R$ 25 mil a Marcius Melhem

    Felipe Castanhari terá que pagar R$ 25 mil a Marcius Melhem

    Segundo informações divulgadas pelo colunista Rogério Gentile, do UOL, o youtuber e apresentador Felipe Castanhari foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar indenização no valor de R$ 25 mil ao humorista Marcius Melhem.

    Melhem processou Castanhari por causa de xingamentos proferidos contra ele pelo apresentador em uma rede social. Em um primeiro momento, a sentença descreveu o pagamento de R$ 100 mil de Felipe Castanhari a Marcius Melhem, mas a defesa do fundador do canal Nostalgia apelou e a indenização baixou para R$ 25 mil.

    Castanhari chamou Marcius Melhem de “escroto”, “criminoso” e “assediador que merece cadeia”, o que motivou o processo iniciado pelo ex-chefe do núcleo de humor da Globo.

    Marcius Melhem foi acusado de assédio sexual por algumas artistas e funcionárias da Globo com quem trabalhava, dentre elas a humorista Dani Calabresa.

    O humorista nega todas as acusações e se queixa de um linchamento público baseado em falácias. Segundo ele, as acusações feitas por Felipe Castanhari, por exemplo, se baseiam em notas da imprensa.

    Segundo Jair de Souza, o desembargador que relatou o processo levantado por Marcius Melhem no TJ, Felipe Castanhari extrapolou os limites da liberdade de expressão e cometeu abusos. “Foram emitidas opiniões severas, configurando abuso do exercício da liberdade de expressão por atingir imagem da pessoa pública”, disse o desembargador na sua decisão.

    Ainda segundo o juiz, o caso envolvendo Marcius Melhem está sob investigação. Segundo Castanhari, a postagem foi feita em defesa de Dani Calabresa. A afirmação está descrita nos autos do processo.

    “Não pode um amigo, conhecedor de detalhes de um trauma sofrido por sua amiga, vir a público e expressar apoio à vítima e desdém ao agressor?”, questionou a defesa de Felipe Castanhari.

    “Foi ele, por meio de condutas inadequadas e duvidosas, para se dizer o mínimo, que se colocou na situação em que está. As matérias, manifestações e comentários decorrentes da exposição do caso são apenas decorrência natural e lógica, fruto dos ânimos à flor da pele que a denúncia ocasionou”, declararam os advogados do apresentador.

    A defesa de Marcius Melhem também se pronunciou sobre a decisão. “A decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou através de três desembargadores em votação unânime a decisão proferida pelo juiz de primeiro grau. A justiça mostra assim que não se pode condenar previamente uma pessoa, usando as redes sociais como tribunais de exceção onde não há direito à defesa”, afirmam os advogados do ex-Globo em nota divulgada à imprensa.

    Felipe Castanhari pode recorrer da decisão, caso deseje.

  • CADE prorroga investigações sobre possível monopólio da Globo

    CADE prorroga investigações sobre possível monopólio da Globo

    Segundo comunicado divulgado pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), as investigações acerca de um possível monopólio da Globo em transmissões de jogos de futebol, serão prorrogadas até 2022.

    As investigações estavam paradas há sete meses. Desde abril deste ano o órgão não fazia quaisquer diligências sobre o caso.

    O pedido para prorrogação das investigações foi explicado através de uma nota divulgada pelo CADE e assinada por seu diretor-geral, Felipe Neiva Mundim.

    “Tendo em vista as especificidades do setor, o volume de informações constantes nos autos, as demais circunstâncias do caso concreto e a necessidade de complementação da instrução realizada, faz-se necessário tempo adicional para que os elementos trazidos aos autos possam ser analisados com a profundidade necessária e esperada”, diz a Nota Técnica.

    A superintendência-geral do CADE acatou os argumentos presentes na nota e concedeu a extensão das investigações. “Tendo em vista as circunstâncias do caso concreto apontadas pela Nota Técnica supracitada, decido pela prorrogação do presente inquérito administrativo”, determinou o órgão.

    Entenda o caso

    Em 2019 o CADE iniciou um inquérito sobre uma suposta desvantagem que o Fortaleza estaria tendo em contratos com a WarnerMedia para transmissões de jogos do brasileirão.

    Entretanto, a prática poderia caracterizar monopólio e, por isso, em 2020 o órgão começou uma investigação de fato contra a Globo.

    A emissora carioca foi denunciada por clubes brasileiros que alegavam que estavam recebendo menos dinheiro em seus contratos com a Globo depois de fechar acordo com a Warner.

    Por sua vez, a emissora afirmou que a situação já havia sido esclarecida por um inquérito feito pelo próprio CADE em 2016. Mesmo assim, o órgão seguiu com as investigações e foi buscar informações sobre contratos de jogos de vôlei.

    Contudo, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), afirmou que não via monopólio porque a Globo sempre cumpriu os contratos envolvendo jogos da modalidade.

    Alguns outros clubes de futebol também foram procurados pelo CADE e afirmaram a mesma coisa da CBV.

    Em defesa própria, a Globo afirmou que já foi investigada antes sobre o mesmo assunto e nada foi comprovado em seu desfavor.

  • Filha do piloto de Marília Mendonça vai processar companhia energética

    Filha do piloto de Marília Mendonça vai processar companhia energética

    Vitória Medeiros, filha do piloto de avião Geraldo Medeiros Jr. que guiava a aeronave que caiu matando ele, a cantora Marília Mendonça e mais três em um trágico acidente ocorrido há alguns dias, decidiu processar a CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais).

    Na última quarta-feira (17), Vitória, que é modelo, afirmou em pronunciamento que o acidente que vitimou o pai e a cantora sertaneja poderia ter sido evitado se as fiações elétricas das torres de transmissão com que o avião colidiu fossem sinalizadas.

    Em uma série de vídeos que postou na sua conta no Instagram, Vitória Medeiros contou o motivo do processo. “Sobre o processo, só tenho uma coisa para falar por ora. Se tivesse essa sinalização, tudo poderia ser diferente. Isso vai ser importante, principalmente também agora, para poder proteger a vida de outras pessoas em casos de emergência”, disse a jovem modelo.

    O advogado de Vitória, Sérgio Alonso, também se pronunciou e falou do caso em entrevista concedida à coluna Grande Angular, do jornal Metrópoles. “A zona de proteção vai até 4km no raio do aeroporto, e esse fio estava a 5km. A CEMIG diz que a torre estava fora da zona de proteção. Mas, independentemente disso, como é uma linha que está na reta final do aeródromo e que interfere no tráfego, teria que sinalizar, independentemente da zona de proteção. Quem mexe com eletricidade e cria risco tem que tomar cuidado com os outros”, afirmou Alonso.

    O que disse a CEMIG?

    Procurada pela equipe do portal Notícias da TV, a Companhia Energética de Minas Gerais emitiu a seguinte nota:

    “A CEMIG esclarece que a Linha de Distribuição atingida pela aeronave prefixo PT-ONJ, no trágico acidente do dia 5 de novembro, está fora da zona de proteção do Aeródromo de Caratinga, nos Termos da Portaria específica do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), do Comando da Aeronáutica Brasileiro (como mostra imagem já divulgada pela CEMIG).

    Reiteramos que a CEMIG segue rigorosamente as Normas Técnicas Brasileiras e a regulamentação em vigor em todos os seus projetos.

    A sinalização por meio das esferas na cor laranja é exigida para torres em situações específicas, entre elas estar dentro de uma zona de proteção de aeródromos, o que não é o caso da torre que teve seu cabo atingido.

    As investigações das autoridades competentes irão esclarecer as causas do acidente. A Companhia mais uma vez lamenta esse trágico acidente e se solidariza com parentes e amigos das vítimas.”

    O acidente que vitimou Marília Mendonça e o piloto Geraldo Medeiros Jr. ocorreu na zona rural de Caratinga (MG) no último dia 5 de novembro e vitimou, além dos dois, o produtor Henrique Bahia, o assessor de Marília que também era seu tio Abicieli Silveira Dias Filho, e o copiloto Tarcisio Pessoa Viana.

  • Luciano Hang e Felipe Neto discutem na internet, de novo

    Luciano Hang e Felipe Neto discutem na internet, de novo

    O empresário Luciano Hang ameaçou entrar com processo contra Felipe Neto, depois de o youtuber fazer uma postagem ofensiva contra ele no Twitter.

    No tweet, postado em 23 de setembro, Felipe Neto insinua que Hang havia ocultado a causa da morte da própria mãe, Regina Hang, por ser apoiador do presidente Jair Bolsonaro.

    Na época, o empresário foi convocado a participar da “CPI da Covid”, para dar explicações sobre suposta fraude na declaração de óbito de dona Regina, que acabou falecendo em decorrência da Covid-19 em um hospital da Prevent Sênior em São Paulo.

    As ditas irregularidades foram incluídas em um dossiê, depois que o núcleo de jornalismo da GloboNews afirmou ter provas de que Regina Hang morreu após receber o chamado tratamento precoce contra a Covid que, segundo alguns especialistas, não possui eficácia contra a doença causada pelo coronavírus.

    A troca de farpas

    Na época que Luciano Hang foi à CPI prestar esclarecimentos, Felipe Neto fez as seguintes declarações em sua conta no Twitter:

    “Imagine o seguinte: sua mãe contrai Covid. Você coloca ela num hospital da Prevent. Ela recebe tratamento do kit Covid. Ela morre. Só que você é tão obcecado pelo governo que você falsifica o atestado de óbito dela e sai por aí dizendo que ela só morreu porque não recebeu o kit Covid”, começou o youtuber carioca.

    “É exatamente isso que Luciano Hang, o Véio da Havan, está sendo acusado de ter feito. Ele terá que comparecer na CPI e vai ter que se explicar. Não parece ter muita saída”, concluiu o animador de crianças, na época.

    Ao tomar conhecimento do que havia postado Felipe Neto, nesta terça-feira (16), Hang fez uma postagem em sua conta do Instagram em que ameaçou processar o influenciador. “Sou totalmente a favor da liberdade de opinião, mas jamais de um crime”, disse Luciano.

    “Foi isso que Felipe Neto fez. Usou minha mãe para me atingir. Não tem atitude mais baixa do que essa. Não aceito quieto nenhuma mentira que seja dita a meu respeito. Recorrerei à Justiça sempre”, declarou o multimilionário.

    Ao saber da ofensiva anunciada por Hang, Felipe Neto debochou do empresário. “Luciano, eu já te venci duas vezes na justiça. Se eu vencer essa, você grava uma música pra mim? Aproveita e mostra a thread inteira, onde eu digo que você foi acusado de ter feito isso, não condenado. É importante mostrar tudo, Hanginho. Ah e cuidado ao me imputar crime, hein?”.

    Até o momento o caso não teve outras repercussões.