Categoria: TV

  • Filha de Chico José: “A empresa mudou e já não valorizava seus mestres”

    Filha de Chico José: “A empresa mudou e já não valorizava seus mestres”

    A filha de Chico José, Marianne Britto, usou as suas redes sociais para criticar a Globo após a demissão do seu pai há alguns dias. “Há vida fora da Globo! Adoro essa afirmativa, e faz tempo que a gente conversava sobre isso. A empresa mudou e já não valorizava seus mestres. Faltava verba para as grandes reportagens”, iniciou.

    “Foi uma parceria incrível por décadas e sua marca está na história do jornalismo brasileiro. Não bastasse ter uma reputação impecável e uma carreira brilhante, ainda recebe essa enxurrada de carinho do público. Muito orgulho de você! Eu sei que você adora dar suas palestras, lotar auditórios e passar horas tirando fotos com os fãs. Mas se quiser resgatar um ou outro projeto que deixou pelo caminho, me chama! Te amo, pai”, finalizou Marianne, filha de Francisco José que é chamado carinhosamente de “Chico” José pelos mais íntimos.

    Francisco José, prestou 46 anos de serviços a Globo, atuando em vários setores do jornalismo da empresa. Contudo, o veterano ficou conhecido por reportagens onde era visto em meio à natureza e em mergulhos, que são a sua paixão.

    Demissões de lendas do jornalismo

    A Globo adotou uma nova política de renovação de quadros e redução de custos, e tem “descartado” grandes nomes do jornalismo brasileiro, como Chico José. Além dele, Renato Machado e Isabela Assumpção também foram demitidos nesta semana, na segunda-feira (29).

    No dia da demissão, Ali Kamel, chefe de jornalismo da emissora carioca, mandou e-mails de despedida para os profissionais lamentando o fim do vínculo.

    Antes de Chico, Renato e Isabela, que faziam parte da equipe do Globo Repórter, outros jornalistas veteranos também foram demitidos pela Globo.

    É o caso de nomes como Alberto Gaspar, Linhares Júnior, Ari Peixoto, José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini, que era o rosto por trás do “Repórter Secreto”, do Fantástico.

    Segundo informações colhidas de fontes internas, os desligamentos dos veteranos causaram muita comoção entre a equipe de jornalismo da Globo.

  • Globo vende torres de transmissão para arrecadar dinheiro

    Globo vende torres de transmissão para arrecadar dinheiro

    A Globo vendeu um total de 17 torres de transmissão de sinal de TV à empresa IHS, que tem sede na Nigéria. As torres ficam espalhadas por várias cidades do Brasil e continuarão a ser usadas pela emissora carioca.

    O acordo de venda, que foi autorizado pelo CADE (Conselho de Administração de Defesa Econômica), ocorreu com o fim de arrecadação de fundos para investimento em novas produções e redução de custos para a TV Globo, que agora é presidida por Paulo Marinho.

    No contrato, que passa a valer em janeiro de 2022, está disposto que a empresa nigeriana será a controladora dos equipamentos tecnológicos e pode ceder o seu uso a qualquer empresa de comunicação. Contudo, a Globo se antecipou e fechou um acordo com a IHS em que continua usando as antenas para transmitir sinal, só que agora como cliente da empresa nigeriana.

    Com isso, todos os custos de manutenção, pessoal e equipamentos ficam com a IHS. Dessa forma, os custos para a TV dos Marinho são reduzidos.

    Além das torres, o Grupo Globo também vendeu 16 imóveis associados às estruturas. Os prédios, por sua vez, foram vendidos para a empresa San Gimignano.

    Os altos custos operacionais da Globo

    Segundo informações divulgadas pelo colunista Guilherme Ravache, do portal Notícias da TV, os custos operacionais da Globo chegam a passar da casa dos R$ 1 bilhão por trimestre, atualmente.

    Essas informações foram incluídas na documentação enviada ao CADE quando das negociações envolvendo as antenas. Segundo a empresa, a meta é desinvestir para reduzir em pelo menos 25% os custos atuais.

    O valor das transações com a IHS e a San Gimignano não foram divulgados. Porém, conforme apontam especialistas em transações do tipo, negociações nessa escala não saem por menos de R$ 200 milhões.

    Recentemente a Globo se desfez do seu data center com a mesma justificativa de tentar reduzir custos operativos. Segundo a empresa, todo o arquivo antes disposto no data center agora passará a ficar hospedado em um serviço de armazenamento em nuvem do Google.

  • Veruska Donato, ex-Globo, assina com a Record

    Veruska Donato, ex-Globo, assina com a Record

    Apenas algumas semanas após pedir demissão da Globo, a experiente repórter Veruska Donato anunciou nesta segunda-feira (29) que aceitou um convite da TVMS, afiliada da Record TV no Mato Grosso do Sul.

    Na emissora que tem sede na capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, de onde Veruska é natural, a repórter ficará responsável por produzir reportagens sobre o estado que serão exibidas em rede nacional pela emissora de Edir Macedo, segundo o colunista Flávio Ricco, do portal R7.

    Comemorando a oportunidade e demonstrando muita satisfação com a nova casa, Veruska Donato foi ao Instagram fazer o seu anúncio oficial. “Quando saí da TV, achei que ia ficar um tempo sem trabalhar, essa era a intenção. Queria descansar, pensar um pouco na vida, cuidar da minha mãe, curtir o ‘namorido’, mas recebi uma proposta de trabalho muito bacana e resolvi aceitar. O melhor é que é lá em Campo Grande, então vou poder seguir com os meus planos”, contou Veruska em um trecho dos stories postados.

    Ainda no registro feito através da rede social, a repórter revelou que em seu início de carreira trabalhou em uma empresa dos mesmos donos da emissora que irá trabalhar agora, fato que acabou pesando em sua decisão. “Eles me receberam com muito carinho, me trataram com muito respeito e me senti muito amada. Por isso, resolvi aceitar. Record Mato Grosso do Sul, tô chegando!”, concluiu.

    A saída da Globo

    Veruska Donato é uma das várias personalidades do jornalismo da Globo que deixaram a emissora carioca nos últimos tempos.

    No anúncio do seu pedido de demissão, a jornalista afirmou em entrevista concedida à equipe do portal Notícias da TV, que a crise sanitária causada pela pandemia de Covid-19 a abalou muito e a fez repensar a sua vida pessoal e carreira.

    “Na verdade, estava cansada e doente, com depressão e ansiedade, por causa das coberturas da pandemia e da fome no país. Nessa situação não conseguia enxergar perspectivas de melhora. Por isso, eu conversei com minha chefia e nós nos entendemos sobre a demissão. Foram muito bacanas comigo”, disse Veruska Donato na época.

  • Renato Machado e Francisco José são demitidos da Globo

    Renato Machado e Francisco José são demitidos da Globo

    Foram demitidos da Globo nesta segunda-feira (29) os jornalistas Renato Machado e Francisco José, dois dos mais experientes nomes do jornalismo brasileiro.

    Os dois estavam atuando majoritariamente no Globo Repórter nos últimos tempos e ambos tinham mais de 40 anos de trabalhos prestados à emissora.

    Segundo informações, as demissões são consequência da política de renovação de quadros adotada pela Globo na sua ala jornalística. Esse novo comportamento adotado pelos executivos da emissora carioca tem provocado muitas demissões que até chocam o público e a própria equipe interna da Globo.

    A reação dos colegas de trabalho

    A notícia da demissão dos dois grandes jornalistas pegou muita gente de surpresa e também chocou gente de dentro e de fora da Globo.

    Na Globo Nordeste em especial, onde Francisco José é considerado uma lenda viva do jornalismo, todos ficaram abismados com a sua demissão, apesar de ela ser esperada.

    Renato Machado e Francisco José não foram os únicos nem os primeiros

    Com essa nova diretriz, a Globo tem mandado embora muitos nomes grandes do jornalismo da casa que cativaram o público por décadas.

    Antes de Machado e José nomes como Ari Peixoto, Alberto Gaspar, José Hamilton Ribeiro, Eduardo Faustini e Linhares Júnior já haviam sido mandados embora pela emissora.

    Recentemente, na última sexta (26), Isabela Assumpção, que atuava com Renato Machado e Francisco José no Globo Repórter e tinha longos 41 anos de Globo, também havia sido demitida.

    A justificativa

    Segundo informações apuradas internamente pela equipe do portal Notícias da TV, além da renovação no quadro de pessoal, os cortes têm como objetivo enxugar a folha de pagamento, uma vez que jornalistas veteranos recebem altos salários.

    Ali Kamel, diretor de jornalismo da Globo, enviou e-mails para se despedir dos dois colegas. Além disso, o executivo rasgou elogios a Renato e a Francisco e disse que ambos ainda têm trabalhos inéditos a serem exibidos.

    A trajetória de Renato Machado

    Na Globo desde 1982, Renato Machado, de 78 anos, havia trabalhado no Jornal do Brasil, um programa já extinto, por 14 anos.

    Ao ser contratado pela emissora carioca, Renato teve como principal trabalho de iniciação, por assim dizer, a cobertura da Guerra das Malvinas, conflito entre Reino Unido e Argentina ocorrido entre abril e junho de 1982.

    No ano seguinte o jornalista foi enviado como correspondente para o Reino Unido, onde passou a reportar fatos importantes a partir da base da Globo em Londres.

    Renato passou 12 anos na Inglaterra e nesse período fez a cobertura de fatos históricos importantes como o acidente nuclear de Chernobyl e os atentados terroristas ocorridos em Paris, ambos acontecimentos ocorridos em 1986.

    Em 1995 Renato Machado voltou ao Brasil para comandar o Bom Dia Brasil, um programa jornalístico matinal da Globo.

    Nas suas mãos o programa cresceu na audiência e ganhou uma nova cara. Renato permaneceu no Bom Dia Brasil até 2010, quando saiu para voltar a Londres.

    Em 2016 o jornalista veterano voltou ao Brasil e começou a produzir reportagens para o Globo Repórter até ser demitido neste dia 29 de novembro de 2021.

    A carreira do grande Francisco José

    Francisco José, uma lenda viva do jornalismo nordestino, tem 77 anos de idade e deles, 46 dedicados à Globo.

    Em 1975, quando chegou à emissora carioca, José era um dos poucos integrantes dos quadros da empresa de uma forma geral a permanecer com o sotaque nordestino.

    Com o passar do tempo, o jornalista ganhou cada vez mais credibilidade, respeito e admiração de colegas de profissão e espectadores.

    Dentre os maiores trabalhos de Francisco José estão as coberturas de eventos como a Guerra das Malvinas (1982), quatro Copas do Mundo (1978, 1982, 1986 e 1994) e um assalto a banco que aconteceu em 1987 no Recife.

    Na ocasião, um dos criminosos que participava do assalto fez uma mulher grávida de refém. Francisco José, em um ato de heroísmo que ilustra bem o seu caráter, se ofereceu para ficar no lugar da refém.

    Mergulhador nato, Francisco sempre trabalhou no Globo Repórter, fazendo reportagens sobre a natureza e as belezas do Brasil. O seu rosto e voz inconfundíveis são “a cara” desse tipo de reportagem.

    A despedida

    Cartas de despedida, enviadas por e-mail, foram endereçadas aos dois jornalistas e assinadas por colegas e profissionais que trabalharam com eles. Veja!

    Íntegra da carta enviada a Renato Machado:

    “A primeira vez que conheci Renato Machado pessoalmente foi em Brasília, na cobertura do impeachment de Collor, eu pelo Globo e ele pela TV. Estávamos na casa de Eliane Cantanhêde com outros tantos jornalistas – e Renato encantando a todos com suas histórias bem humoradas.

    Quando cheguei à Globo em 2001, ele já era apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, programa cujo novo formato ele ajudou a criar, em 1996, com mais conversa, mais análise. Sucesso imediato, passou a pautar as redações sobre o que vinha pela frente. Tivemos, nesse período, um contato estreito –especialmente durante as coberturas eleitorais, quando preparávamos as entrevistas que seriam feitas com os candidatos. Atento, atencioso, certeiro.

    Renato tem uma experiência invejável no jornalismo: BBC de Londres por dois anos, Jornal do Brasil por 14, e, na Globo, desde 1982 (com apenas um ano de afastamento, quando trabalhou para a TV Manchete). Aqui, foi repórter especial, correspondente em Londres por dois longos períodos e editor-chefe e apresentador do Bom Dia Brasil por 15 anos. Cobriu de tudo: guerras, atentados terroristas, revoluções, tragédias, escândalos políticos, acontecimentos culturais, entrevistas com grandes personalidades internacionais.

    Poucos alcançaram tamanho êxito. Entre as coberturas marcantes da qual participou, eu destaco aquela do acidente nuclear de Chernobyl, em 1986. O stand up que fez, à beira de uma lagoa em Upsala, mostrou a qualidade do seu texto e a capacidade de explicar fenômenos complexos. Eu cito de memória, e peço desculpas pela inexatidão. Mas era algo assim: “A radioatividade fica presa nas águas paradas do lago, contaminando tudo, inclusive esse chão onde piso. E é exatamente por isso que devo sair daqui logo”. Virou-se de costas e partiu. Algumas palavras, um gesto, e o público entendeu a dimensão da tragédia.

    Renato está há cinco anos no Globo Repórter. E não me surpreende que, logo o primeiro programa dele tenha sido indicado ao Emmy, na categoria “Atualidade”. Emprestou certamente ao programa sua experiência com o jornalismo internacional, que começou já na sua estreia na BBC em 1967. Mas também o traqueio no manejo de temas nacionais, culturais e de comportamento. A câmera gosta dele e o público mais ainda.

    A maneira cordata que deixa transparecer no vídeo é a mesma com que trata colegas e amigos. Um profissional ímpar, um colega gentil e um amigo querido.

    Também ele, como Zé Hamilton Ribeiro e Chico José, de quem já falei, combinou comigo a sua saída. Foi tão logo voltou de Londres. Um planejamento de longo prazo e por etapas. Segundo nosso acerto, sairia em 2020, mas adiamos para o fim desse ano por conta da pandemia.

    Renato deixa um legado de bom jornalismo. É um exemplo do profissional de excelência. Em meu nome, em nome da Globo e de seus colegas, muito obrigado.”

    Íntegra da carta enviada a Francisco José:

    “Chico José, cearense de Crato, começou a trabalhar como jornalista em 1966 no Jornal do Commercio do Recife, antes mesmo de a profissão ser regulamentada, como ele gosta de frisar. Pelo jornal, Chico cobriu duas Copas do Mundo e chamou atenção de Armando Nogueira, que o convidou para ser repórter e apresentador do Globo Esporte. O programa começaria a ser exibido na capital pernambucana. Depois de estrear em frente às câmeras, em 1975, achou que a TV não era para ele.

    Chico estava enganado.

    Há 46 anos, vem fazendo uma carreira brilhante na Globo. Ao longo de sua trajetória, pelo Esporte, Chico participou de quatro Copas do Mundo e duas Olimpíadas. No Jornalismo, coleciona histórias inesquecíveis: foi o primeiro repórter do Nordeste a aparecer no JN, mergulhou ao vivo na Baía de Guanabara durante a Rio-92 (um feito inédito e antológico), cobriu a Guerra das Malvinas (quando chegou a ser expulso pelos militares), acompanhou dezenas de apresentações do Galo da Madrugada, mostrou ao Brasil a importância das festas de São João, acompanhou o Papa João Paulo II na Coreia, revelou ao país as primeiras imagens do naufrágio do Bateau Mouche, e alcançou a impressionante marca de 103 edições do Globo Repórter… Sim, não é erro de digitação: são 103 programas com reportagens dele, um feito. Esses são apenas alguns dos muitos momentos em que Chico deixou sua marca.

    Aliás, foi no Globo Repórter que ele mostrou seu lado aventureiro. Pulou de bungee jump, mergulhou com tubarões, seguiu onças na Amazônia, mostrou a vida selvagem na África do Sul e os tesouros do Caribe, encarou elefantes marinhos na Patagônia e muito mais. Foi ao Polo Norte e ao Polo Sul. Em 2013, Chico foi finalista do Emmy com um Globo Repórter sobre a rotina e os rituais dos índios Enawenê-Nawê, na Amazônia.

    Mas nada representa mais Chico José do que sua identificação com o Nordeste. É um apaixonado. Durante 10 anos, fez coberturas da seca e da miséria que assolavam o sertão nordestino. Em 2008, percorreu seis capitais para mostrar, ao vivo, o São João no Jornal Nacional. Por 15 anos, ao lado de Beatriz Castro, apresentou e fez reportagens no programa local de meio ambiente Nordeste Viver e Preservar.

    Recebeu vários prêmios, inúmeras homenagens e títulos – entre eles o de Cidadão Pernambucano. Convidado para ser correspondente internacional, nunca quis. Costuma dizer que não troca o Nordeste por nenhum outro lugar do mundo. Mas tem no currículo reportagens feitas em todos os continentes. Tem um jeito único de fazer reportagem: envolvente, cativante, leva o espectador para onde ele está. Com palavras precisas, com cenas que marcam.

    Eu o conheci pessoalmente ao chegar à Globo, numa visita que fiz ao Recife. Depois dos afazeres na redação, aceitei o convite dele para almoçar. Andando pelas ruas, pude comprovar o quanto é querido, tratado como família pelos pernambucanos, carinho puro, que ele retribui. Uma conversa com ele nunca é curta e é sempre prazerosa. Num de nossos encontros mais recentes, tínhamos uma agenda breve, mas quando nos despedimos já havia se passado uma hora. Conversamos sobre a profissão, o fazer jornalístico, a vida. Chico é um baú de boas histórias e um observador agudo. Jo Mazarollo me disse dele: “Adora contar histórias. As histórias das reportagens e as histórias que surgem enquanto está fazendo as reportagens”. É verdade.

    Há três anos, começamos a conversar mais detidamente sobre este movimento que se conclui hoje. Primeiramente, deixou o dia a dia para se dedicar aos projetos que tinha no Globo Repórter. Para a nossa alegria e satisfação do público, fez o que planejou. Em outubro, partiu para o Atol das Rocas, período mais propício para realizar a reportagem há muito sonhada. O resultado, como sempre, superou todas as melhores expectativas. Ao dar o ponto final no texto, ao pronunciar as últimas palavras do programa, encerrou com chave de ouro esses 46 anos de Globo. O resultado vai ao ar em 25 de março do ano que vem. Como planejado.

    Eu agradeço ao Chico José, cearense do Crato, cidadão de Pernambuco, jornalista do Brasil, por todo o legado que nos deixa e por tudo o que fez pelo nosso jornalismo. Em meu nome, no nome da Globo e no de seus colegas”.

  • Veja alguns detalhes da vida e obra do carismático ator Paulo Gustavo

    Veja alguns detalhes da vida e obra do carismático ator Paulo Gustavo

    A grande maioria das pessoas já viu, ouviu falar ou pelo menos ouviu a voz característica do sorridente ator Paulo Gustavo.

    Paulo infelizmente faleceu em maio deste ano por causa de complicações geradas pela Covid-19. Contudo, a vida e obra do ator não serão esquecidas jamais, pois ele transbordava talento e carisma por onde passava.

    Nesse artigo você conhecerá alguns detalhes interessantes sobre a vida do ator que apesar de ter tido uma breve vida criou um belo legado.

    Acompanhe!

    Origem e familiares de Paulo Gustavo

    Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros, ou apenas Paulo Gustavo, nasceu em Niterói (RJ), no dia 30 de outubro do ano de 1978.

    Os pais de Paulo se chamam Júlio Monteiro e Dea Lúcia Amaral. O ator tinha apenas uma irmã, conhecida como Ju Amaral, que demonstrou grande sofrimento com a partida do querido irmão.

    Carreira

    A carreira de Paulo Gustavo foi avassaladora de tal forma que é difícil aceitar que alguém tão promissor partiu tão precocemente. Algumas pessoas não sabem, mas Paulo Gustavo era, além de ator, humorista, roteirista, diretor e apresentador.

    A maior obra da carreira de Paulo foi a peça teatral “Minha Mãe é Uma Peça”, que foi escrita pelo artista e teve sua participação na interpretação da personagem principal, Dona Hermínia.

    O grande sucesso da obra fez com que a peça virasse filme em 2013 e livro em 2015. Além disso, o sucesso dos palcos acompanhou Minha Mãe é Uma Peça também na forma escrita e na versão de cinema, e a obra ganhou continuações em “Minha Mãe é Uma Peça 2″ e ” Minha Mãe é Uma Peça 3″.

    A crítica do cinema nacional e internacional aprovou os filmes, assim como o público que foi aos cinemas em massa assistir os filmes de Paulo Gustavo. Estima-se que juntos os três filmes tenham faturado mais de R$ 500 milhões.

    A mãe de Paulo Gustavo, dona Dea, conta que o filho havia prometido que ficaria rico e famoso, promessa que de fato cumpriu. “Ele falou assim: eu vou escrever uma peça, eu vou ficar rico, eu vou falar tudo de você, essas maluquices. Você vai ver! Assim nasceu Minha Mãe é Uma Peça”, disse Dea Lúcia Amaral em entrevista na qual contou um pouco sobre a relação que tinha com o filho.

    Demais obras de Paulo Gustavo

    Apesar de ter ficado conhecido por atuar em várias produções em empresas do Grupo Globo, Paulo Gustavo começou na Record TV, em 2005, na novela Prova de Amor.

    Outra importante obra de Paulo foi o “Vai que Cola”, programa que ia ao ar no canal de TV por assinatura Multishow.

    Aquele que ninguém esperava ser o último programa de Paulo Gustavo na Globo foi o “220volts”, um especial de Natal que foi ao ar em 2020.

    Antes de morrer, Paulo Gustavo havia assinado contrato com a Amazon para criar conteúdos para o serviço de streaming da empresa de varejo, o Prime Vídeo. O início do artista na empresa norte-americana estava previsto para 2022.

    Durante a sua carreira Paulo Gustavo apresentou 7 peças de teatro, 15 trabalhos para a TV, 12 filmes e escreveu um livro. Dentre os filmes que o ator produziu, dois ainda vão ser lançados. São eles “220volts” e “Agente Especial”.

    Vida pessoal

    Paulo Gustavo era muito ligado à sua família e dedicava grande parte do seu sucesso ao cuidado com os seus. “Com o primeiro dinheiro que eu ganhei na vida eu paguei as dívidas da minha família toda e os planos de saúde. Ninguém tinha plano, eu botei os planos e hoje todo mundo tem planos de saúde”, disse o humorista em uma entrevista que concedeu ao lado da mãe.

    Homossexual assumido, Paulo Gustavo sempre recebeu apoio e cuidado da família. O pai, a mãe e a irmã do artista sempre repetiam que o que importava de fato era o caráter de Paulo.

    No dia 20 de dezembro do ano de 2015, ele se casou com o dermatologista Thales Bretas. Já em 2019 eles anunciaram dois filhos provenientes de barrigas de aluguel, chamados Ramon e Gael.

    Curiosidades sobre a vida de Paulo Gustavo

    Segundo Paulo Gustavo, os seus maiores medos eram viajar de avião e “ver” espíritos.

    O ator disse uma vez, em entrevista ao programa de Jô Soares, que o “espírito” de uma mulher “de chapéu” morava em sua casa, mas que apenas a sua avó conseguia vê-lo. “Eu falei: que foi vó? Ela disse: tem uma mulher lá no meu quarto de chapéu que eu tô falando com ela e ela não responde”, disse Paulo em tom descontraído.

    Ainda segundo o roteirista e ator, Deus não o fez bonito, mas lhe deu uma indenização em forma de “graça”. “Deus, por exemplo, quando a pessoa não vem muito bonita, Ele indeniza. Eu vim engraçado”, comentou Paulo em outra ocasião no extinto programa do Jô.

    O caráter generoso e o bom coração do artista

    Paulo Gustavo era conhecido por ser uma pessoa de bom coração, que ajudava os necessitados.

    Em janeiro de 2021, durante uma grave crise de oxigênio que se abateu sobre o sistema público de saúde de Manaus, capital do Amazonas, o artista doou cerca de R$ 500 mil para a compra de cilindros de oxigênio.

    Além disso, Paulo depositava todos os meses R$ 1 mil para cada um dos 120 funcionários que trabalharam com ele em suas produções e estavam parados por causa do congelamento de obras de entretenimento em decorrência da pandemia.

    Por fim, vale destacar a doação que Paulo Gustavo fez para obras sociais que dão continuidade ao trabalho da irmã Dulce, a mais nova santa brasileira, de quem o ator era devoto. Estima-se que o montante das doações tenha chegado a R$ 1,5 milhão.

    A morte de Paulo Gustavo

    Depois de quase dois meses internado, Paulo Gustavo veio a falecer em 4 de maio de 2021, por causa de complicações causadas pela Covid-19. O ator tinha apenas 42 anos de idade.

    Segundo a família do ator, que estava com ele nos momentos finais, a sua partida ocorreu em paz. “Aí cantamos a oração de São Francisco, porque ele sempre pedia desde pequeno pra eu cantar a oração de São Francisco (…) foi uma despedida bonita”, disse dona Dea, mãe de Paulo, em tom emocionado numa entrevista concedida ao programa “Fantástico” da Rede Globo.

    Esse foi um breve resumo dos principais pontos da vida e obra do talentoso e multifacetado Paulo Gustavo.

  • Cristiana Oliveira aprova Alanis Guillen como Juma em remake de Pantanal

    Cristiana Oliveira aprova Alanis Guillen como Juma em remake de Pantanal

    A atriz Alanis Guillen foi escalada para viver a personagem protagonista Juma, no remake da novela Pantanal que está sendo produzida pela TV Globo.

    Cristiana Oliveira, atriz veterana que deu vida a Juma na versão original da trama, “abençoou” a escolha da nova atriz, segundo a própria Alanis.

    “Quando começou esse burburinho, ela me mandou uma mensagem, por meio de uma rede social, dizendo que estava torcendo muito por mim. Mas eu ainda não podia falar nada, então eu só agradeci muito. Depois disso, nós tivemos um encontro virtual em uma ação interna de ‘Pantanal’ e foi muito bom ouvi-la falar, sentir se expressando, contando sua experiência”, disse a jovem atriz em uma entrevista concedida ao GShow.

    “Agora estou aqui pensando em propor a ela uma ligação para a gente trocar umas ideias”, finalizou Alanis Guillen.

    Além de Juma, a personagem que foi interpretada originalmente por Cris Oliveira em Pantanal, todos os outros personagens ganharam uma repaginada no remake do sucesso dos anos 90.

    Confira na lista abaixo quem dará vida aos antigos personagens na nova versão da novela:

    Maria Marruá: a mãe de Juma, que foi vivida na trama original por Cássia Kiss, será interpretada por Juliana Paes na nova versão da novela;

    José Leôncio: o pai de Juma, que foi interpretado em sua primeira fase pelo ator Paulo Gorgulho, terá a sua fase jovem revivida por Renato Góes. Quem ficará responsável por dar vida ao patriarca em sua fase experiente no remake será Marcos Palmeira. Na versão clássica Cláudio Marzo fez o papel;

    Filó: na primeira fase da novela dos anos 90, Tânia Alves deu vida à personagem. O papel será responsabilidade da modelo Letícia Salles, que estreia em novelas no remake de Pantanal. Já a segunda fase da personagem, que havia sido vivida por Jussara Sales, será vivida por Dira Paes na nova versão;

    O Velho do Rio: na primeira versão de Pantanal, o ator Cláudio Marzo também deu vida a esse personagem. Agora, quem se encarregará da missão será Osmar Prado;

    Tadeu: Marcos Palmeira, que agora viverá José Leôncio, foi quem interpretou o personagem na versão antiga de Pantanal. Na nova versão, José Loreto irá se vestir de Tadeu;

    Guta: Luciene Adami foi a responsável por dar vida à personagem em Pantanal nos anos 90. Em 2022, Juliana Davila será Guta;

    Madeleine: a musa Ingra Lyberato viveu a personagem em “nas antigas”. Para a nova versão de Pantanal, Bruna Linzmeyer foi escalada;

    Irma: a irmã de Madeleine foi vivida por Carolina Ferraz e agora será interpretada por Malu Rodrigues;

    Dr. Gustavo: o ator José de Abreu viveu o personagem na antiga Pantanal, e agora dará espaço para Caco Ciocler;

    Pantanal tem estreia prevista para abril de 2022 e promete ser um grande sucesso, reeditando o que foi visto nos anos 90.

  • Jornalista do Globo Rural e repórter secreto do Fantástico são demitidos

    Jornalista do Globo Rural e repórter secreto do Fantástico são demitidos

    Segundo informações divulgadas pelo UOL nesta quinta-feira (25), os jornalistas José Hamilton Ribeiro, que atuava no Globo Rural, e Eduardo Faustini, que era o rosto por trás do “Repórter Secreto”, do Fantástico, foram demitidos pela Globo.

    Ainda segundo informações, as demissões pegaram os integrantes do núcleo jornalístico da emissora de surpresa e causaram muita comoção, pois os dois experientes jornalistas já estavam atuando na casa há muito tempo.

    José Hamilton Ribeiro tinha 40 anos de Globo, enquanto Eduardo Faustini tinha completado 25 anos na emissora carioca, tendo ingressado nos quadros em 1996.

    A história dos profissionais

    Veja um pouco da trajetória profissional de José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini.

    José Hamilton Ribeiro: a cara do Globo Rural

    José Hamilton Ribeiro, jornalista de voz marcante e muito ligado a matérias sobre o meio rural, é natural de Santa Rosa do Viterbo, no interior de São Paulo.

    O profissional iniciou na Globo como freelancer, apresentando uma matéria sobre o pantanal. O tema, como dissemos, virou marca registrada de José Hamilton.

    A reportagem foi exibida pela Globo durante as comemorações do seu primeiro aniversário, em 1981, já que materiais do tipo eram raros na TV brasileira até então.

    No ano seguinte, em 1982, José Hamilton Ribeiro passou a integrar o time de jornalismo da emissora, no qual permaneceu até ser demitido.

    Em 2006, já com bastante experiência na profissão, José Hamilton recebeu o prêmio Maria Moors Cabot, um dos mais importantes prêmios do jornalismo nos Estados Unidos, que é entregue pela Universidade de Columbia.

    José Hamilton Ribeiro tem, ao todo, mais de 60 anos de carreira jornalística.

    O “Repórter Secreto”, Eduardo Faustini

    Conhecido como “Repórter Secreto”, Eduardo Faustini fez um trabalho mais que relevante no jornalismo investigativo da TV Globo.

    O começo da carreira de Faustini se deu na TV Manchete, já extinta, em meados de 1989. Em 1996 Eduardo foi contratado pela Globo e começou a produzir reportagens que iam ao ar todos os domingos, no Fantástico.

    Para preservar a sua identidade e preservar a sua própria integridade física e da sua família, Eduardo Faustini jamais mostrou o rosto na TV.

    Essa decisão teve como motivo as várias ameaças que o jornalista sofreu ao longo da carreira, por causa das investigações que fazia.

    Durante a carreira, Eduardo Faustini trabalhou em diversas reportagens importantes. Como exemplo, uma denúncia que foi ao ar em 2004 sobre a queima deliberada de arquivos sigilosos da época do Regime Militar, ocorrida na Base Aérea de Salvador.

    Essa reportagem gerou ao jornalista o Prêmio Qualidade Brasil e o XXII Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo.

    Outro bom exemplo de reportagem importante de Faustini, é uma matéria que foi ao ar em 2005 e mostrava cenas gravadas por Ivo Cassol, então governador do Estado de Rondônia.

    Nas cenas, o governador recebia tentativas de suborno de alguns deputados e as gravações foram uma tentativa de criar provas contra os supostos corruptos.

    Mais recentemente, em 2014, Eduardo Faustini protagonizou a série “Cadê o dinheiro que estava aqui?”, no Fantástico, em que investigava denúncias de desvio de dinheiro público pelo Brasil.

    José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini não foram os únicos

    Não se sabe ao certo os motivos, mas a Globo vem demitindo os seus jornalistas experientes há algum tempo.

    Em outubro, a emissora já havia anunciado o desligamento de outros dois jornalistas veteranos. Ari Peixoto, que atuava no Rio de Janeiro, e Alberto Gaspar, que trabalhava em São Paulo.

    Alberto Gaspar já estava há mais de 39 anos na emissora da família Marinho, e tem atualmente 64 anos de idade. Enquanto isso, Ari Peixoto, de 65 anos, já havia completado 34 anos de Globo.

    O jornalista Ari Peixoto se pronunciou sobre a sua demissão e descreveu brevemente como se deu a sua saída da Rede Globo. “Fui ‘desligado’ hoje da TV Globo. Cheguei para trabalhar e fui chamado à sala do diretor, que em minutos me informou da minha demissão”, disse o veterano em entrevista concedida à equipe do portal Notícias da TV.

    “Saio agradecido porque muito do que construí, tanto no campo pessoal quanto no profissional, devo à Globo. São os novos tempos”, começou Ari em carta de despedida enviada aos colegas.

    “Minha relação com a Globo acaba hoje. Um abraço aos que ficam, meu celular é mesmo, até um dia”, concluiu o jornalista.

    Antes mesmo das demissões de Alberto Gaspar e Ari Peixoto, a Globo já havia demitido outros três integrantes veteranos da equipe de jornalismo.

    Foram eles Roberto Paiva, que atuava como repórter especial, Fernando Saraiva, que tinha 22 anos de casa e já atuou como correspondente em Londres, e Robinson Cerântula, produtor especial responsável por um dos maiores furos jornalísticos na área policial da história da emissora carioca.

    Nenhum dos profissionais citados comentaram sobre como será o prosseguimento de suas carreiras, dentro ou fora da televisão, até o presente momento.

  • Estreia filme de Juliana Paes e Leandro Hassum para a Netflix

    Estreia filme de Juliana Paes e Leandro Hassum para a Netflix

    O longa “Amor Sem Medidas”, da Netflix, estreou recentemente e tem vários brasileiros no elenco, incluindo Juliana Paes e Leandro Hassum, que estrelam a trama.

    O filme é uma comédia romântica que conta a história de Ivana e León, personagens de Juliana e Leandro, respectivamente.

    Na história, os dois se encontram e acidentalmente trocam de celulares. Nos reencontros que a situação inusitada provoca, o casal se apaixona e começa a viver um romance.

    Contudo, León (Leandro Hassum), que é um renomado cardiologista, é um homem de baixa estatura. O fato desencadeia um preconceito das famílias e amigos do casal, que veem a diferença de altura dos dois como um empecilho para o andamento da relação.

    Além disso, a história fala da autoestima do cardiologista, que é afetada pelo fato de ele ser “pequeno”.

    Como o título já dá a entender, a história trabalha o conceito de que o amor não depende da aparência, mas sim da essência das pessoas envolvidas.

    O sucesso do filme e a reação de Juliana Paes e Leandro Hassum

    Amor Sem Medidas está sendo muito bem aceito pelo público, inclusive o estrangeiro.

    Em menos de uma semana de exibição, a trama já conta com mais de nove milhões de horas de exibição no streaming da Netflix, alcançando o primeiro lugar no ranking de filmes de língua não-inglesa mais exibidos em todo o planeta.

    O sucesso tem animado os atores, que vieram às redes sociais comemorar. “Nossa, que alegria! Em menos de uma semana somos 1º lugar em filmes no mundo! De língua não-inglesa, pela Netflix. Repito: no mundo! Mais de 9 milhões de horas assistidas! Sem palavras para agradecer a confiança e carinho do público. Obrigado!”, disse Leandro Hassum em uma postagem comemorativa que fez em sua conta no Instagram.

    Juliana Paes, por sua vez, aproveitou para demonstrar o seu prazer em ter feito o filme. “Acho que não me lembro a última vez que me diverti tanto em um bastidor de um set… Que alegria que foi! Sai de uma gravação e já embarquei em outra, desde o início fiquei apaixonada pelo roteiro do filme. Estar com @leandrohassum, @rafaelportugal, @deendjers, @atrizelisangela, @marcelomansfield e todo elenco foi maravilhoso, muita risada envolvida! Espero que aproveitem essa história deliciosa de amor… Amor sem julgamentos. Divirtam-se tanto quanto nos divertimos gravando para vocês!”, disse Juliana em seu Instagram.

    “Amor Sem Medidas” pode ser assistido por qualquer usuário que tenha acesso à plataforma de streaming Netflix.

  • Após pedir divórcio a Dynho Alves, MC Mirella chora e diz sofrer ataques

    Após pedir divórcio a Dynho Alves, MC Mirella chora e diz sofrer ataques

    A funkeira MC Mirella recentemente anunciou que iria se divorciar do marido Dynho Alves, dançarino e cantor de funk que atualmente participa de A Fazenda 13.

    O motivo da separação parece ser o comportamento do artista dentro do reality show.

    Contudo, mesmo aparentando ter razão na situação, Mirella relatou nesta segunda-feira (22), por meio da sua conta no Instagram, que vem sofrendo vários ataques por causa da sua decisão.

    Segundo MC Mirella, ela vem sendo chamada de “monstro” e afirma não estar mais aguentando toda a pressão que vem sofrendo.

    Veja alguns trechos dos vídeos postados pela funkeira:

    “Me dá paz, em nome de Jesus. Eu não tenho mais paciência, eu trabalho igual uma vagabunda, igual uma safada”, começou a moça.

    “Eu não gosto de fazer papel de vítima, não. Mas, nessa história, a prejudicada sou eu. Por favor, me deem um tempo, tenham um pouco de senso e consideração pelo meu momento e por tudo que estou passando”, continuou.

    “Estou nervosa, sério mesmo, é muito difícil passar por esses momentos, você vê que a mulher é tão atacada. Nunca fui um monstro para o Dynho e não vai ser agora que eu vou ser. Nunca fui um monstro para ninguém. Eu não vou massacrar ele, a vida é dele, ninguém nasceu grudado com ninguém”, disse a artista se referindo a aproximação do marido com a influencer baiana Sthefane Matos, dentro da casa de A Fazenda.

    Para finalizar, MC Mirella afirmou que desde que decidiu se separar de Dynho, não teve mais paz e também não recebeu apoio da família do artista. “Eu não estou tendo paz, meu Whatsapp está um inferno, todo mundo perguntando um monte de coisa. Muito chato, só me respeitem porque eu não estou mais aguentando. É muito engraçado que as pessoas que conviveram do nosso lado sabem muito bem como a gente era, como eu era pra ele, mas ninguém fala nada. Me tacam para os lobos da internet”, finalizou a jovem funkeira.

  • Ibope baixo faz Globo rever realities e apostar tudo no BBB22

    Ibope baixo faz Globo rever realities e apostar tudo no BBB22

    Que a Globo vem sofrendo com baixos números de audiência nos últimos tempos, não é mais segredo para ninguém.

    No entanto, o insucesso do reality No Limite 5 e do game Zig Zag Arena, comandado por Fernanda Gentil, fizeram a emissora rever o lançamento de um reality exclusivo no Globoplay.

    Segundo informações da jornalista Patrícia Kogut, em sua coluna no jornal O Globo, a decisão de engavetar o novo programa partiu da alta direção da empresa e foi reafirmada por Boninho, que iria comandar a nova atração do serviço de streaming da emissora.

    O nome do programa seria “O Círculo dos Quatro Elementos”, e teria uma “pegada” no estilo No Limite.

    Ainda segundo informações, os executivos da TV Globo estão insatisfeitos com o desempenho comercial e de audiência dos produtos do gênero e, por isso, fecharam os cofres, cancelando o programa que iria passar exclusivamente no streaming.

    Apesar disso, sabe-se que, pelo menos comercialmente falando, No Limite 5 vendeu muito bem as cotas de publicidade, esgotando todos os espaços até o ano que vem.

    A atração, que espelha um programa de mesmo nome que foi ao ar no passado, na mesma emissora, até então está sendo comandada pelo apresentador André Marques, que deixa o programa em 2022.

    BBB22: a salvação da audiência da Globo

    Outro fato que gera consenso é o sucesso apresentado pelas duas últimas edições do Big Brother Brasil.

    Muito por causa disso, o tradicional reality show que agora será comandado por Tadeu Schmidt é a esperança da Globo não só para o seguimento de realities, mas para aumentar a audiência em toda a grade de programação.

    Estima-se que na próxima temporada a Globo fature cerca de R$ 700 milhões em patrocínios fixos, assegurando pelo menos o sucesso financeiro da nova edição do programa.