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  • Integrantes da equipe de Esporte da Globo estão com medo de demissões

    Integrantes da equipe de Esporte da Globo estão com medo de demissões

    Segundo informações de bastidores, os integrantes do time de Esportes da TV Globo estão com medo de serem demitidos. O motivo é a falta de jogos para transmitir no começo de 2022.

    O “apagão futebolístico” que a emissora passará entre janeiro e abril do próximo ano será motivado pela perda dos direitos de transmissão do Campeonato Paulista e de outros campeonatos estaduais, e da Libertadores, sofrida pela Globo.

    Com isso, narradores e comentaristas ficarão ociosos e há um temor de que aconteça no setor de jornalismo esportivo uma série de demissões, como a que já vem acontecendo no jornalismo da Globo como um todo.

    O receio dos profissionais não é sem motivo. Além da falta de trabalho que se anuncia, a emissora já começou a demitir alguns medalhões da “turma do futebol”. O narrador Linhares Júnior, que tinha quase 15 anos de serviços prestados à emissora carioca, foi demitido recentemente.

    Além de Linhares Júnior, o repórter Alexandre Oliveira, que atuou nos Jogos Olímpicos de Tóquio este ano, e o comentarista mineiro Bob Faria, também foram dispensados há pouco tempo. Os profissionais tinham 14 e 18 anos de Globo, respectivamente.

    Na mira da degola

    Ainda segundo informações apuradas internamente, narradores e comentaristas do “segundo escalão”, que trabalham em jogos menos importantes, são os que mais temem a demissão. Além deles, profissionais com mais de 15 anos de casa também se preocupam, uma vez que recebem altos salários na Globo.

    As demissões de Linhares Júnior, Alexandre Oliveira e Bob Faria, ligaram o alerta para esses pontos em questão. Ao que se sabe, a nova direção da emissora que é dona do MG4, não está tendo “pena” de medalhões, uma vez que pode economizar com o corte de altos salários.

    Os campeonatos que serão transmitidos pela Globo em 2022, são: Campeonato Pernambucano, Copa São Paulo de Futebol Júnior, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e alguns torneios de base da CBF. O Campeonato Gaúcho e o Mundial de Clubes ainda estão sendo negociados pela emissora.

    O que se sabe até agora é que a Globo investirá na retomada de alguns campeonatos em 2023, sobretudo os torneios da Conmebol.

  • Renato Machado e Francisco José são demitidos da Globo

    Renato Machado e Francisco José são demitidos da Globo

    Foram demitidos da Globo nesta segunda-feira (29) os jornalistas Renato Machado e Francisco José, dois dos mais experientes nomes do jornalismo brasileiro.

    Os dois estavam atuando majoritariamente no Globo Repórter nos últimos tempos e ambos tinham mais de 40 anos de trabalhos prestados à emissora.

    Segundo informações, as demissões são consequência da política de renovação de quadros adotada pela Globo na sua ala jornalística. Esse novo comportamento adotado pelos executivos da emissora carioca tem provocado muitas demissões que até chocam o público e a própria equipe interna da Globo.

    A reação dos colegas de trabalho

    A notícia da demissão dos dois grandes jornalistas pegou muita gente de surpresa e também chocou gente de dentro e de fora da Globo.

    Na Globo Nordeste em especial, onde Francisco José é considerado uma lenda viva do jornalismo, todos ficaram abismados com a sua demissão, apesar de ela ser esperada.

    Renato Machado e Francisco José não foram os únicos nem os primeiros

    Com essa nova diretriz, a Globo tem mandado embora muitos nomes grandes do jornalismo da casa que cativaram o público por décadas.

    Antes de Machado e José nomes como Ari Peixoto, Alberto Gaspar, José Hamilton Ribeiro, Eduardo Faustini e Linhares Júnior já haviam sido mandados embora pela emissora.

    Recentemente, na última sexta (26), Isabela Assumpção, que atuava com Renato Machado e Francisco José no Globo Repórter e tinha longos 41 anos de Globo, também havia sido demitida.

    A justificativa

    Segundo informações apuradas internamente pela equipe do portal Notícias da TV, além da renovação no quadro de pessoal, os cortes têm como objetivo enxugar a folha de pagamento, uma vez que jornalistas veteranos recebem altos salários.

    Ali Kamel, diretor de jornalismo da Globo, enviou e-mails para se despedir dos dois colegas. Além disso, o executivo rasgou elogios a Renato e a Francisco e disse que ambos ainda têm trabalhos inéditos a serem exibidos.

    A trajetória de Renato Machado

    Na Globo desde 1982, Renato Machado, de 78 anos, havia trabalhado no Jornal do Brasil, um programa já extinto, por 14 anos.

    Ao ser contratado pela emissora carioca, Renato teve como principal trabalho de iniciação, por assim dizer, a cobertura da Guerra das Malvinas, conflito entre Reino Unido e Argentina ocorrido entre abril e junho de 1982.

    No ano seguinte o jornalista foi enviado como correspondente para o Reino Unido, onde passou a reportar fatos importantes a partir da base da Globo em Londres.

    Renato passou 12 anos na Inglaterra e nesse período fez a cobertura de fatos históricos importantes como o acidente nuclear de Chernobyl e os atentados terroristas ocorridos em Paris, ambos acontecimentos ocorridos em 1986.

    Em 1995 Renato Machado voltou ao Brasil para comandar o Bom Dia Brasil, um programa jornalístico matinal da Globo.

    Nas suas mãos o programa cresceu na audiência e ganhou uma nova cara. Renato permaneceu no Bom Dia Brasil até 2010, quando saiu para voltar a Londres.

    Em 2016 o jornalista veterano voltou ao Brasil e começou a produzir reportagens para o Globo Repórter até ser demitido neste dia 29 de novembro de 2021.

    A carreira do grande Francisco José

    Francisco José, uma lenda viva do jornalismo nordestino, tem 77 anos de idade e deles, 46 dedicados à Globo.

    Em 1975, quando chegou à emissora carioca, José era um dos poucos integrantes dos quadros da empresa de uma forma geral a permanecer com o sotaque nordestino.

    Com o passar do tempo, o jornalista ganhou cada vez mais credibilidade, respeito e admiração de colegas de profissão e espectadores.

    Dentre os maiores trabalhos de Francisco José estão as coberturas de eventos como a Guerra das Malvinas (1982), quatro Copas do Mundo (1978, 1982, 1986 e 1994) e um assalto a banco que aconteceu em 1987 no Recife.

    Na ocasião, um dos criminosos que participava do assalto fez uma mulher grávida de refém. Francisco José, em um ato de heroísmo que ilustra bem o seu caráter, se ofereceu para ficar no lugar da refém.

    Mergulhador nato, Francisco sempre trabalhou no Globo Repórter, fazendo reportagens sobre a natureza e as belezas do Brasil. O seu rosto e voz inconfundíveis são “a cara” desse tipo de reportagem.

    A despedida

    Cartas de despedida, enviadas por e-mail, foram endereçadas aos dois jornalistas e assinadas por colegas e profissionais que trabalharam com eles. Veja!

    Íntegra da carta enviada a Renato Machado:

    “A primeira vez que conheci Renato Machado pessoalmente foi em Brasília, na cobertura do impeachment de Collor, eu pelo Globo e ele pela TV. Estávamos na casa de Eliane Cantanhêde com outros tantos jornalistas – e Renato encantando a todos com suas histórias bem humoradas.

    Quando cheguei à Globo em 2001, ele já era apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, programa cujo novo formato ele ajudou a criar, em 1996, com mais conversa, mais análise. Sucesso imediato, passou a pautar as redações sobre o que vinha pela frente. Tivemos, nesse período, um contato estreito –especialmente durante as coberturas eleitorais, quando preparávamos as entrevistas que seriam feitas com os candidatos. Atento, atencioso, certeiro.

    Renato tem uma experiência invejável no jornalismo: BBC de Londres por dois anos, Jornal do Brasil por 14, e, na Globo, desde 1982 (com apenas um ano de afastamento, quando trabalhou para a TV Manchete). Aqui, foi repórter especial, correspondente em Londres por dois longos períodos e editor-chefe e apresentador do Bom Dia Brasil por 15 anos. Cobriu de tudo: guerras, atentados terroristas, revoluções, tragédias, escândalos políticos, acontecimentos culturais, entrevistas com grandes personalidades internacionais.

    Poucos alcançaram tamanho êxito. Entre as coberturas marcantes da qual participou, eu destaco aquela do acidente nuclear de Chernobyl, em 1986. O stand up que fez, à beira de uma lagoa em Upsala, mostrou a qualidade do seu texto e a capacidade de explicar fenômenos complexos. Eu cito de memória, e peço desculpas pela inexatidão. Mas era algo assim: “A radioatividade fica presa nas águas paradas do lago, contaminando tudo, inclusive esse chão onde piso. E é exatamente por isso que devo sair daqui logo”. Virou-se de costas e partiu. Algumas palavras, um gesto, e o público entendeu a dimensão da tragédia.

    Renato está há cinco anos no Globo Repórter. E não me surpreende que, logo o primeiro programa dele tenha sido indicado ao Emmy, na categoria “Atualidade”. Emprestou certamente ao programa sua experiência com o jornalismo internacional, que começou já na sua estreia na BBC em 1967. Mas também o traqueio no manejo de temas nacionais, culturais e de comportamento. A câmera gosta dele e o público mais ainda.

    A maneira cordata que deixa transparecer no vídeo é a mesma com que trata colegas e amigos. Um profissional ímpar, um colega gentil e um amigo querido.

    Também ele, como Zé Hamilton Ribeiro e Chico José, de quem já falei, combinou comigo a sua saída. Foi tão logo voltou de Londres. Um planejamento de longo prazo e por etapas. Segundo nosso acerto, sairia em 2020, mas adiamos para o fim desse ano por conta da pandemia.

    Renato deixa um legado de bom jornalismo. É um exemplo do profissional de excelência. Em meu nome, em nome da Globo e de seus colegas, muito obrigado.”

    Íntegra da carta enviada a Francisco José:

    “Chico José, cearense de Crato, começou a trabalhar como jornalista em 1966 no Jornal do Commercio do Recife, antes mesmo de a profissão ser regulamentada, como ele gosta de frisar. Pelo jornal, Chico cobriu duas Copas do Mundo e chamou atenção de Armando Nogueira, que o convidou para ser repórter e apresentador do Globo Esporte. O programa começaria a ser exibido na capital pernambucana. Depois de estrear em frente às câmeras, em 1975, achou que a TV não era para ele.

    Chico estava enganado.

    Há 46 anos, vem fazendo uma carreira brilhante na Globo. Ao longo de sua trajetória, pelo Esporte, Chico participou de quatro Copas do Mundo e duas Olimpíadas. No Jornalismo, coleciona histórias inesquecíveis: foi o primeiro repórter do Nordeste a aparecer no JN, mergulhou ao vivo na Baía de Guanabara durante a Rio-92 (um feito inédito e antológico), cobriu a Guerra das Malvinas (quando chegou a ser expulso pelos militares), acompanhou dezenas de apresentações do Galo da Madrugada, mostrou ao Brasil a importância das festas de São João, acompanhou o Papa João Paulo II na Coreia, revelou ao país as primeiras imagens do naufrágio do Bateau Mouche, e alcançou a impressionante marca de 103 edições do Globo Repórter… Sim, não é erro de digitação: são 103 programas com reportagens dele, um feito. Esses são apenas alguns dos muitos momentos em que Chico deixou sua marca.

    Aliás, foi no Globo Repórter que ele mostrou seu lado aventureiro. Pulou de bungee jump, mergulhou com tubarões, seguiu onças na Amazônia, mostrou a vida selvagem na África do Sul e os tesouros do Caribe, encarou elefantes marinhos na Patagônia e muito mais. Foi ao Polo Norte e ao Polo Sul. Em 2013, Chico foi finalista do Emmy com um Globo Repórter sobre a rotina e os rituais dos índios Enawenê-Nawê, na Amazônia.

    Mas nada representa mais Chico José do que sua identificação com o Nordeste. É um apaixonado. Durante 10 anos, fez coberturas da seca e da miséria que assolavam o sertão nordestino. Em 2008, percorreu seis capitais para mostrar, ao vivo, o São João no Jornal Nacional. Por 15 anos, ao lado de Beatriz Castro, apresentou e fez reportagens no programa local de meio ambiente Nordeste Viver e Preservar.

    Recebeu vários prêmios, inúmeras homenagens e títulos – entre eles o de Cidadão Pernambucano. Convidado para ser correspondente internacional, nunca quis. Costuma dizer que não troca o Nordeste por nenhum outro lugar do mundo. Mas tem no currículo reportagens feitas em todos os continentes. Tem um jeito único de fazer reportagem: envolvente, cativante, leva o espectador para onde ele está. Com palavras precisas, com cenas que marcam.

    Eu o conheci pessoalmente ao chegar à Globo, numa visita que fiz ao Recife. Depois dos afazeres na redação, aceitei o convite dele para almoçar. Andando pelas ruas, pude comprovar o quanto é querido, tratado como família pelos pernambucanos, carinho puro, que ele retribui. Uma conversa com ele nunca é curta e é sempre prazerosa. Num de nossos encontros mais recentes, tínhamos uma agenda breve, mas quando nos despedimos já havia se passado uma hora. Conversamos sobre a profissão, o fazer jornalístico, a vida. Chico é um baú de boas histórias e um observador agudo. Jo Mazarollo me disse dele: “Adora contar histórias. As histórias das reportagens e as histórias que surgem enquanto está fazendo as reportagens”. É verdade.

    Há três anos, começamos a conversar mais detidamente sobre este movimento que se conclui hoje. Primeiramente, deixou o dia a dia para se dedicar aos projetos que tinha no Globo Repórter. Para a nossa alegria e satisfação do público, fez o que planejou. Em outubro, partiu para o Atol das Rocas, período mais propício para realizar a reportagem há muito sonhada. O resultado, como sempre, superou todas as melhores expectativas. Ao dar o ponto final no texto, ao pronunciar as últimas palavras do programa, encerrou com chave de ouro esses 46 anos de Globo. O resultado vai ao ar em 25 de março do ano que vem. Como planejado.

    Eu agradeço ao Chico José, cearense do Crato, cidadão de Pernambuco, jornalista do Brasil, por todo o legado que nos deixa e por tudo o que fez pelo nosso jornalismo. Em meu nome, no nome da Globo e no de seus colegas”.

  • Jornalista do Globo Rural e repórter secreto do Fantástico são demitidos

    Jornalista do Globo Rural e repórter secreto do Fantástico são demitidos

    Segundo informações divulgadas pelo UOL nesta quinta-feira (25), os jornalistas José Hamilton Ribeiro, que atuava no Globo Rural, e Eduardo Faustini, que era o rosto por trás do “Repórter Secreto”, do Fantástico, foram demitidos pela Globo.

    Ainda segundo informações, as demissões pegaram os integrantes do núcleo jornalístico da emissora de surpresa e causaram muita comoção, pois os dois experientes jornalistas já estavam atuando na casa há muito tempo.

    José Hamilton Ribeiro tinha 40 anos de Globo, enquanto Eduardo Faustini tinha completado 25 anos na emissora carioca, tendo ingressado nos quadros em 1996.

    A história dos profissionais

    Veja um pouco da trajetória profissional de José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini.

    José Hamilton Ribeiro: a cara do Globo Rural

    José Hamilton Ribeiro, jornalista de voz marcante e muito ligado a matérias sobre o meio rural, é natural de Santa Rosa do Viterbo, no interior de São Paulo.

    O profissional iniciou na Globo como freelancer, apresentando uma matéria sobre o pantanal. O tema, como dissemos, virou marca registrada de José Hamilton.

    A reportagem foi exibida pela Globo durante as comemorações do seu primeiro aniversário, em 1981, já que materiais do tipo eram raros na TV brasileira até então.

    No ano seguinte, em 1982, José Hamilton Ribeiro passou a integrar o time de jornalismo da emissora, no qual permaneceu até ser demitido.

    Em 2006, já com bastante experiência na profissão, José Hamilton recebeu o prêmio Maria Moors Cabot, um dos mais importantes prêmios do jornalismo nos Estados Unidos, que é entregue pela Universidade de Columbia.

    José Hamilton Ribeiro tem, ao todo, mais de 60 anos de carreira jornalística.

    O “Repórter Secreto”, Eduardo Faustini

    Conhecido como “Repórter Secreto”, Eduardo Faustini fez um trabalho mais que relevante no jornalismo investigativo da TV Globo.

    O começo da carreira de Faustini se deu na TV Manchete, já extinta, em meados de 1989. Em 1996 Eduardo foi contratado pela Globo e começou a produzir reportagens que iam ao ar todos os domingos, no Fantástico.

    Para preservar a sua identidade e preservar a sua própria integridade física e da sua família, Eduardo Faustini jamais mostrou o rosto na TV.

    Essa decisão teve como motivo as várias ameaças que o jornalista sofreu ao longo da carreira, por causa das investigações que fazia.

    Durante a carreira, Eduardo Faustini trabalhou em diversas reportagens importantes. Como exemplo, uma denúncia que foi ao ar em 2004 sobre a queima deliberada de arquivos sigilosos da época do Regime Militar, ocorrida na Base Aérea de Salvador.

    Essa reportagem gerou ao jornalista o Prêmio Qualidade Brasil e o XXII Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo.

    Outro bom exemplo de reportagem importante de Faustini, é uma matéria que foi ao ar em 2005 e mostrava cenas gravadas por Ivo Cassol, então governador do Estado de Rondônia.

    Nas cenas, o governador recebia tentativas de suborno de alguns deputados e as gravações foram uma tentativa de criar provas contra os supostos corruptos.

    Mais recentemente, em 2014, Eduardo Faustini protagonizou a série “Cadê o dinheiro que estava aqui?”, no Fantástico, em que investigava denúncias de desvio de dinheiro público pelo Brasil.

    José Hamilton Ribeiro e Eduardo Faustini não foram os únicos

    Não se sabe ao certo os motivos, mas a Globo vem demitindo os seus jornalistas experientes há algum tempo.

    Em outubro, a emissora já havia anunciado o desligamento de outros dois jornalistas veteranos. Ari Peixoto, que atuava no Rio de Janeiro, e Alberto Gaspar, que trabalhava em São Paulo.

    Alberto Gaspar já estava há mais de 39 anos na emissora da família Marinho, e tem atualmente 64 anos de idade. Enquanto isso, Ari Peixoto, de 65 anos, já havia completado 34 anos de Globo.

    O jornalista Ari Peixoto se pronunciou sobre a sua demissão e descreveu brevemente como se deu a sua saída da Rede Globo. “Fui ‘desligado’ hoje da TV Globo. Cheguei para trabalhar e fui chamado à sala do diretor, que em minutos me informou da minha demissão”, disse o veterano em entrevista concedida à equipe do portal Notícias da TV.

    “Saio agradecido porque muito do que construí, tanto no campo pessoal quanto no profissional, devo à Globo. São os novos tempos”, começou Ari em carta de despedida enviada aos colegas.

    “Minha relação com a Globo acaba hoje. Um abraço aos que ficam, meu celular é mesmo, até um dia”, concluiu o jornalista.

    Antes mesmo das demissões de Alberto Gaspar e Ari Peixoto, a Globo já havia demitido outros três integrantes veteranos da equipe de jornalismo.

    Foram eles Roberto Paiva, que atuava como repórter especial, Fernando Saraiva, que tinha 22 anos de casa e já atuou como correspondente em Londres, e Robinson Cerântula, produtor especial responsável por um dos maiores furos jornalísticos na área policial da história da emissora carioca.

    Nenhum dos profissionais citados comentaram sobre como será o prosseguimento de suas carreiras, dentro ou fora da televisão, até o presente momento.